Convite Para Tarde de Retiro

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Estão todos convidados. Venha e traga sua família.

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Proposta de oração pela paz no mundo

Nossa Senhora
Este BLOG está a serviço da família. Por isso estamos atendendo ao pedido do S. Padre, o Papa Francisco, e pedimos aos que lêem esta nota para fazer uma pausa em suas atividades e elevar a Deus sua prece fervorosa pela paz no Iraque. Quantas famílias dilaceradas! A esta distância o que podemos fazer? Nossa força está na oração constante. Estamos diante de uma grande dor e diz o Papa: “Tudo isso ofende gravemente Deus e a humanidade. Não se leva ódio em nome de Deus! Não se faz guerra em nome de Deus! Nós todos, pensando nessa situação, nesse povo, façamos silêncio agora e rezemos”.

Oração

Socorrei Maria, é tempo. Socorrei, ó Mãe de misericórdia. Sois poderosa para nos salvar, nas necessidades e nos perigos. Pois onde o socorro humano desfalece, não falha o vosso. Não, não podeis desprezar as ardentes súplicas de vossos filhos. Mostrai que sois mãe onde a necessidade for maior.
Socorrei, Maria, é tempo. Socorrei, ó Mãe de misericórdia. Amém.

Ave Maria…

Pai Nosso…

Maria, Rainha da Paz, rogai por nós.

Maria, consolo dos aflitos, rogai por nós.

Esperamos que Deus nos dê docilidade de coração e maior consciência de que formamos um único Corpo de Cristo para que movimentemos nossas famílias e grupos a fazer orações e sacrifícios pela paz e pelos irmãos que sofrem.

Ir. Raquel Mendes Borges, ICJ

 

Como acreditar em Deus após a morte de um ente querido?

PADRE CARLOS PADILLA

A dor e a tristeza pela perda de alguém a quem amamos pode nos abalar muito. Em momentos como esse, podemos nos afastar de Deus, rebelar-nos contra a sua vontade, fugir dos seus braços.

Jesus também nos mostra a sua dor. Ele se abala, com uma profunda tristeza em sua alma, quando seu primo, João Batista, é decapitado. Que tristeza tão profunda no seu coração! Jesus se retira buscando a solidão, buscando Deus. Ao ficar sabendo da morte do seu primo, Jesus subiu em um barco e se dirigiu a um lugar tranquilo e afastado.

João Batista morreu. Jesus o admirava, mas ele já não estava mais presente. Jesus não pôde salvá-lo, como mais tarde faria com Lázaro. Agora precisava estar sozinho, olhar para dentro de si. Jesus se retira para orar. Quer paz. Deseja estar tranquilo.

A dor profunda nos faz buscar o silêncio e a tranquilidade. São esses lugares nos quais o coração descansa na rocha firme que é Deus. Jesus busca a solidão. Jesus, homem e Deus, precisa descansar em seu Pai. Precisa olhar para si mesmo e aprofundar em tudo o que está acontecendo.

O homem de hoje tem tão pouca interioridade! Vivemos para fora, voltados para o mundo, sem tempo para meditar sobre a vida. Jesus entra em um barco e busca um lugar solitário. Precisa se afastar da margem, falar com seu Pai em intimidade, chorar, conversar, descansar nEle, reclinar a cabeça em seu peito, dar-se tempo para perdoar e para sofrer.

Seu amigo fiel já não está mais presente – aquele que deu sua vida para abrir-lhe caminho, quem generosamente incentivou seus discípulos a abandoná-lo para seguir Jesus, mas que não pôde ser discípulo do Mestre. Jesus sente que, sem João Batista, fica mais sozinho. Afasta-se em um barco para ficar um pouco em solidão.

Gosto de ver Jesus em silêncio, sozinho, meditando, buscando. Gosto de imaginá-lo em seus diálogos profundos com seu Pai. Como seria essa oração? Como Jesus rezaria? Falaria ao Pai da sua impotência, da sua dor, agradeceria pela vida de João Batista, choraria porque o amava e porque seria doloroso caminhar sem ele. Jesus buscou seu Pai logo depois de saber do ocorrido com João Batista. Ficaria calado, em silêncio, escutando. Pediria pela paz em um mundo violento.

Esta atitude de Jesus é um convite para nós. Jesus se retira para orar, busca a solidão. Nós também podemos procurar momentos de descanso, de paz, de oração. Vale a pena olhar para a nossa vida e buscar os sinais de Deus nela. Deus cuida de nós no caminho da vida. Ele vem ao nosso encontro. Queremos agradecer-lhe pelo seu carinho e proximidade. Queremos colocar em suas mãos nossas dores e frustrações. Queremos deixar que Ele nos sustente.

É bom afastar-nos um pouco da margem do curso para ter momentos em que nossa alma descanse em Deus, momentos nos quais possamos estar em silêncio, contando-lhe o que nos pesa e nos alegra, nossas perdas e nossos sonhos.

Que encontremos, como Jesus, um lugar no qual possamos estar em paz de forma especial. Talvez caminhando, ou na frente de uma imagem, no mar, na montanha.

Precisamos de mais lugares solitários em nossa vida. Há muitas exigências em nossa família, no trabalho, compromissos. Não temos espaços de solidão e contato com Jesus, pois Ele compreende tudo o que vivemos e sentimos.

Uma pessoa escreveu em um momento de dor e preocupação: “Em meio a toda essa tristeza e confusão, sei com certeza que Deus me acompanha. Jesus me acompanha quando saio para correr. Maria me abraça todas as noites e me ajuda a dormir. O Espírito Santo me dá clareza para continuar percebendo que me ama, que muitos me amam e que eu também sou importante para as pessoas”.

E continuou: “Continuo vendo que sou valiosa diante dEle, com tudo: com a minha busca, com a minha dor intensa e com meu amor aos outros. Quero enxergar além da minha dor. Ver os outros sem nenhum interesse pessoal. E, ao mesmo temo, receber muito amor inesperado e ver como outros veem e tocam minha dor. Sei que me amam assim e isso é muito bom. Sinto-me muito pequena”.

Às vezes, experimentamos a solidão e a dor. Vemos que nossa sede é infinita e nada a acalma. Não encontramos o descanso que o coração deseja. São momentos de angústia, nos quais gostaríamos de tocar o céu com as mãos, mas caímos. Gostaríamos de viver somente em Deus e descansar ao seu lado.

Deus nos espera, deseja que coloquemos em suas mãos o que nos inquieta. O sacrário, onde renovamos constantemente nossa aliança com Deus e com Maria, é nosso lugar de descanso. Lá deixamos a dor da alma, nossos medos e dúvidas.

Como preparar-se para receber a comunhão?

http://www.aleteia.org/pt/religiao/artigo/como-preparar-se-para-receber-a-comunhao-5845821954195456

 

Eucaristia é o centro de toda a vida cristã, e sua importância radica na comunhão sacramental com Cristo. O Papa emérito Bento XVI nos recordou que a Eucaristia alimenta e acrescenta em nós o que nos foi dado no Batismo, pelo qual todos somos chamados à santidade.

Por isso, os fiéis cristãos em plena comunhão com a Igreja Católica são chamados a participar plena, consciente e ativamente daEucaristia.

Certamente, o melhor e desejável é que todos os que participam da Missa recebam a sagrada comunhão, mas não sem estar devidamente preparados. São Paulo já exortava os fiéis de Corinto a que, antes de receber a comunhão, “cada um se examine, e só depois coma do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor come e bebe a própria condenação” (cf. 1 Cor 11, 28-29).

Motivado pela preocupação por que a Eucaristia seja recebida com a devida disposição, recordo que, para isso, é preciso o seguinte:

1. Saber a quem se recebe e crer no que se recebe

Nem todos os fiéis têm clara consciência do sentido profundo daEucaristia. É preciso recordar que ela contém verdadeira, real e substancialmente o corpo, sangue, alma e divindade do nosso Senhor Jesus Cristo e, portanto, o Cristo inteiro.

É preciso diferenciar o pão comum do pão consagrado. Cristo se faz presente pela ação do Espírito Santo, sob aparência do pão e do vinho, para que entremos em comunhão com Ele. Cada vez que comemos a carne e bebemos o sangue do Senhor, nós nos alimentamos dEle. Precisamos ter claro e acreditar que a SagradaEucaristia é o próprio Jesus que nasceu, morreu, ressuscitou e está sentado à direta do Pai.

2. Estar em graça de Deus

Para receber a Eucaristia, não basta ter boa vontade; é necessário “estar em graça de Deus”. Isso significa possuir a graça habitual santificante, que é um dom gratuito de Deus pelo qual Ele nos faz participar da sua vida divina e ser capazes de agir por amor a Ele. Nós a perdemos se cometemos pecado mortal.

Para aproximar-se da comunhão eucarística, é preciso perseverar na graça santificante e na caridade. Por isso, e necessário que cada um se examine em profundidade. Chama a atenção ver o grande número de fiéis que vão comungar e a desproporção com relação ao número dos que se confessam.

Não se pode receber a comunhão movidos somente por emoções ou sentimentos. As declarações do magistério sobre este assunto são claras e não mudaram: para receber dignamente a Eucaristia, é preciso que ela seja precedida pela confissão dos pecados, quando a pessoa é consciente de pecado mortal.

É dever dos pastores instruir sobre a necessidade de estar em graça de Deus para receber digna e frutuosamente a Sagrada Comunhãoe, previamente a isso, mostrar o sentido do pecado e a possibilidade e necessidade de sua remissão no sacramento da Confissão.

3. Guardar o jejum eucarístico

O Catecismo ensina que, para preparar-se convenientemente para receber este sacramento, os fiéis devem observar o jejum prescrito pela Igreja, ou seja, abster-se de tomar qualquer alimento e bebida desde uma hora antes da sagrada comunhão, com exceção de água e de remédios. A prática do jejum não é apenas um dever legal, mas implica em querer preparar a alma e o corpo para que o Senhor tome posse de nós.

Conferência: Só fica de pé quem ficou de joelhos

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Para conferir o conteúdo da palestra, faça ao download aqui.

Novo livro: O Manual da Mãe Católica

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Sinopse do livro no site da Editora Ave-Maria:

A autora desta obra usou de toda a sua experiência como esposa e mãe católica para criar um manual que possa colaborar na criação de um filho na fé católica nos dias de hoje, tendo Deus, a família e os amigos como suporte para ajudar a enfrentar as dificuldades diárias desse importante momento para uma mãe.

A oração do Papa Francisco pelas famílias

ACI Digital apresenta aos seus leitores a íntegra da oração do Papa pelas famílias:

“Jesus, Maria e José
a vós, Sagrada Família de Nazaré,
hoje, dirigimos o olhar
com admiração e confiança;
em vós contemplamos
a beleza da comunhão no amor verdadeiro;
a vós confiamos todas as nossas famílias;
para que se renovem nessas maravilhas da graça.

Sagrada Família de Nazaré,
escola atraente do santo Evangelho:
ensina-nos a imitar as tuas virtudes
com uma sábia disciplina espiritual,
doa-nos o olhar claro
que sabe reconhecer a obra da providência
nas realidades cotidianas da vida.

Sagrada Família de Nazaré,
guardiã fiel do mistério da salvação:
faz renascer em nós a estima pelo silêncio,
torna as nossas famílias cenáculo de oração
e transforma-as em pequenas Igrejas domésticas,
renova o desejo de santidade,
sustenta o nobre cansaço do trabalho, da educação,
da escuta, da recíproca compreensão e do perdão.

Sagrada Família de Nazaré,
desperta na nossa sociedade a consciência
do caráter sagrado e inviolável da família,
bem inestimável e insubstituível.

Cada família seja morada acolhedora de bondade e de paz
para as crianças e para os idosos,
para quem está doente e sozinho,
para quem é pobre e necessitado.

Jesus, Maria e José
a vós com confiança rezamos,
a vós com alegria nos confiamos”.

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