Eu me casei e formei uma família aos 21 anos de idade e tenho 4 razões para estar muito feliz com isso

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Minha esposa e eu nos casamos no último verão antes de acabarmos a faculdade. Nosso primeiro filho foi concebido poucas semanas depois. De propósito. E foi uma das melhores decisões da nossa vida.
Com os índices do casamento rolando ladeira abaixo e a idade dos noivos subindo cada vez mais, nós sabemos que somos uma espécie de anomalia dentro da cultura atual.

Não, nós não somos membros de nenhuma seita esquisita, nem fomos pressionados pelos nossos pais para fazer o que fizemos (muito pelo contrário…). Aliás, não muito tempo antes do noivado, nós também achávamos que casar e começar uma família ainda na faculdade era uma ideia louca.

Mas nós nos apaixonamos.

Pois é, os ventos fortes do amor romântico nos empurraram para o plano de casar no último ano da faculdade. Mas, como eu já escrevi em algum outro lugar, nós também tínhamos o plano implícito da contracepção (como quase todo mundo…). E enquanto tentávamos escolher um método contraceptivo para chamar de nosso, acabamos descobrindo os argumentos católicos contrários a isso: para nossa própria surpresa, ficamos convencidos de que a contracepção é mesmo contrária à moral natural.

Passamos então a nos sentir bem à vontade com o planejamento familiar natural, mas também nos convencemos de que a principal finalidade do casamento é a família: os filhos só devem ser evitados por um casal se houver muito boas razões. E nós não tínhamos nenhuma. Foi assim que, para a nossa própria felicidade, decidimos viver abertos à vinda dos filhos desde o início. Tudo isso foi acontecendo: nós não tínhamos esse planejamento no começo do namoro.

Compartilho este relato para dizer que nenhum de nós pensava em ter filhos cedo, mas, pela graça de Deus, eu hoje tenho muito orgulho em dizer que estamos casados ​​há quatro anos e meio, temos dois filhos e o terceiro já está a caminho.

E esses têm sido os melhores anos das nossas vidas! Não nos arrependemos de nada: pelo contrário, vemos todas as grandes bênçãos que poderíamos ter perdido se tivéssemos seguido o caminho cultural normal, adiando (provavelmente por tempo indeterminado) o casamento e os filhos.

Bom, agora sim: aqui vão quatro razões que me fazem considerar que tomamos uma ótima decisão!

1) Estamos desfrutando da nossa vida sexual juntos de forma saudável, realizadora e construtiva.

Gente jovem tem impulsos sexuais. E isto é ótimo! O que é triste é que a nossa cultura seja projetada basicamente para garantir que a própria sexualidade seja obcecada, frustrante, vazia e autodestrutiva.

O tempo de estudos, hoje em dia, se estende para bem além do nosso amadurecimento físico, dificultando, na prática, que as pessoas façam uso normal da sua sexualidade no sentido mais pleno de intimidade e entrega mútua: ou seja, casando e tendo filhos. Só que as pessoas continuam tendo os seus naturais impulsos sexuais: daí o uso do sexo pelo sexo, degradando-se e usando os outros como objetos. E apesar de toda a sanha da cultura atual contra a gravidez, às vezes o ato da procriação (surpresa!) ainda leva a procriar! E as mulheres ficam reféns da criação de um filho, sozinhas ou com alguém que não as ama ou a quem elas não amam; ou, pior ainda, perdem a esperança e decidem que o melhor é matar o próprio filho.

Minha esposa e eu não somos perfeitos, mas temos sido abençoados com a oportunidade de desfrutar de verdade da nossa sexualidade. Temos a segurança do casamento e não vamos interromper o processo natural com meios contraceptivos. Estamos deixando a nossa sexualidade dar os frutos para os quais a natureza a concebeu: filhos!
Este é o segredo que torna tudo muito mais alegre, emocionante e divertido.

2) Fomos pais de primeira viagem na plenitude do nosso vigor físico.

Cuidar de crianças pequenas demanda uma quantidade incrível de energia, paciência e resistência, recursos que diminuem à medida que envelhecemos. E o primeiro filho dá ainda mais trabalho, já que o casal não tem experiência. Alguma razão existe, portanto, para Deus ter feito com que a maioria das pessoas não conceba filhos depois de uma certa idade.

A nossa juventude nos ajudou muito a dar conta das muitas noites sem dormir e do estresse geral de cuidar de bebês. Se Deus quiser, continuaremos tendo filhos e os próximos virão dentro de uma cultura familiar já estabelecida!

3) Aproveitamos a melhor época da nossa vida para ter filhos e temos grandes chances de formar uma família grande.

O número de anos que uma pessoa tem para conceber um filho é limitado. Quanto mais tempo uma pessoa espera, maior a probabilidade de se tornar infértil (coisa que cada vez mais gente que segue as novas normas da nossa cultura está descobrindo).

4) Nós temos um rumo e agimos com responsabilidade.

“Não são só os adultos que fazem os bebês: são os bebês que fazem os adultos”, diz um velho adágio, muito rico em verdade.

É claro que as pessoas precisam de um certo grau de maturidade antes de se casar, mas, em nosso caso, também é verdade que o casamento e a família tiveram um efeito muito positivo no nosso amadurecimento. Cuidar de crianças é uma responsabilidade incrivelmente grande. Criar filhos exige sacrifício em todas as áreas da vida – e isso também é uma coisa boa. É, aliás, o paradoxo do amor.

E você, acha o quê disso tudo? Concorda? Discorda? Esqueci de alguma coisa?

V Seminário em Defesa da Vida

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No último dia 6, foi realizado o V Seminário em Defesa da Vida, no auditório da Área IV, da PUC- Goiás. Este evento significativo para a sociedade goiana contou com a presença da presidente do Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida –  Brasil sem Aborto, a Drª Lenise Garcia,  que atua como professora do Instituto de Biologia da UNB e é integrante da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Brasília e da CNBB.

Na pauta do evento foram desenvolvidos os temas: A legalidade do Aborto nos EUA e as ameaças no Brasil, bem como a exibição do filme: Blood Money – Aborto Legalizado.

 

 

Papa Francisco: O aborto é um crime hediondo

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VATICANO, 11 Abr. 14 / 09:59 am (ACI).- O Papa Francisco dirigiu esta sexta-feira um discurso a 470 membros do Movimento pela Vida Italiano, no qual reiterou que o direito à vida não está subordinado a nenhuma ideologia e exortou a proteger as crianças –nascidos e não nascidos-, assim como os idosos contra a cultura do descarte, que é uma consequência do divórcio entre economia e moral.

”A vida humana é sagrada e inviolável. Todo direito civil se assenta no reconhecimento do primeiro e fundamental dos direitos, o direito à vida, que não está subordinado a condição alguma, nem qualitativa, nem econômica, muito menos ideológica”, expressou o Papa.

Nesse sentido, indicou que “assim como o mandamento de ‘não matar’ põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana, hoje temos que dizer ‘não’ a uma economia da exclusão e desigualdade. Essa economia mata… considera-se o ser humano em si mesmo como um bem de consumo, que se pode usar e logo jogar fora. Demos início à cultura do ‘descarte’ que, além disso, é promovida. E assim se descarta também a vida”.

O Santo Padre advertiu que um dos perigos mais graves da época atual é “o divórcio entre economia e moral, entre as possibilidades que oferece um mercado provido da alta novidade tecnológica e as normas éticas elementares da natureza humana, cada vez mais abandonadas”.

“É necessário reiterar a oposição mais firme a qualquer atentado ao direto à vida, especialmente a vida inocente e indefesa, e o neonato no seio materno, que é o inocente por antonomásia. Recordemos as palavras do Concílio Vaticano II: ‘A vida desde sua concepção deve ser protegida com o máximo cuidado; o aborto e o infanticídio são crimes hediondos, expressou.

Bispos nas Filipinas convidam médicos à objeção de consciência após aprovação da Lei de Saúde Reprodutiva

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Roma, 11 Abr. 14 / 01:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Igreja nas Filipinas respeita a decisão da Corte Suprema de Justiça e continuará defendendo a vida e a família, graças à possibilidade da objeção de consciência.

Assim o indicam os Bispos das Filipinas depois da decisão da Corte, que declarou a constitucionalidade da Lei de Saúde Reprodutiva concedendo o direito dos médicos e centros de saúde privados a serem objetores, com respeito ao uso de métodos artificiais de anticoncepção.

Uma nota do Episcopado filipino, assinada por Dom Sócrates Villegas, Arcebispo de Lingayen Dagupan e Presidente da Conferência Episcopal, enviada à agência Fides, afirma: “encorajo os nossos fiéis católicos a respeitar e manter o respeito pela Corte Suprema. A Corte Suprema decidiu sobre a questão da Lei sobre a saúde Reprodutiva baseando-se na normativa vigente nas Filipinas”.

A Igreja, continua o texto, “deve continuar promovendo a sacralidade da vida humana, ensinando sempre a dignidade da pessoa humana e a tutela da vida e de toda pessoa desde a concepção até a morte natural”.

A nota assinala que a lei foi “suavizada”, porque os tribunais reconheceram a importância da objeção de consciência, inclusive entre os médicos que trabalham em centros de saúde pública e confirma que todos os católicos “trabalharão ao lado daqueles que apoiam a lei para o bem do país”.
A Igreja, conclui, “continuará ensinando o que é justo e moral, anunciando a beleza e a santidade de toda pessoa humana”, “no espírito do Evangelho da vida e do amor”.

Padre Luiz Lodi ministra curso de extensão em Bioética

O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz ministrará, a partir do dia 14 de março, na Faculdade Católica de Anápolis, curso de extensão em Bioética, com o objetivo de explicar noções básicas sobre o tema, desenvolver o sentimento de respeito à vida em todas as suas fases, e apresentar subsídios de orientação.

Informações gerais:

Carga Horária: 40 horas
Professor: Dr. Pe. Luis Carlos Lodi da Cruz
Horário de Funcionamento: sextas-feiras, turno noturno,das 19 às 22 horas e 30 minutos, a partir do dia 14 de março de 2014.

Conteúdo Programático:

A vida
A ética
A moralidade dos atos humanos (objeto, intenção e circunstâncias)
O princípio do mal menor
O princípio da totalidade
O princípio do duplo efeito
O direito à vida
A legítima defesa, a pena de morte, a guerra.
O início de um indivíduo humano
Os ato conjugal e seus dois significados: unitivo e procriador.
Concepção ou fertilização
Propriedades do desenvolvimento embrionário
A questão da animação (criação e infusão da alma racional)
O aborto: definição e juízo moral
O aborto “necessário” ou “terapêutico”
O aborto em caso de estupro
O aborto eugênico (em particular, o aborto de anencéfalos)
A gravidez ectópica
A esterilização: definição e juízo moral
A anticoncepção: definição e juízo moral
Mecanismo de ação dos anticoncepcionais hormonais
A regulação natural da procriação (continência periódica)
Eutanásia: definição e juízo moral
A renúncia ao excesso terapêutico
Os cuidados paliativos
O suicídio (em particular, o suicídio assistido)
A procriação artificial (inseminação artificial e fecundação “in vitro”)
A ajuda e a substituição ao ato conjugal
A manipulação de embriões humanos e a pesquisa com células-tronco
Os transplantes
O problema da “morte cerebral”
A virtude da castidade
As espécies de luxúria
A ideologia de gênero
CERTIFICADO: Certificado de Curso de Extensão correspondendo a 40 horas-aulas.
VALOR DO INVESTIMENTO: 03 (três) parcelas no valor de R$30,00 (trinta reais) cada uma.

INSCRIÇÕES: Clique aqui para fazer sua inscrição ou, se preferir, dirija-se à Secretaria Geral da Faculdade Católica de Anápolis, localizada na Rua 5 no. 580, Cidade Jardim, Anápolis-GO

Os cidadãos europeus pedem a defesa da vida

Roma, 20 de Novembro de 2013 (Zenit.org) Maria Grazia Colombo |

A larga superação de um milhão de assinaturas coletadas para o abaixo-assinado Um de Nós é um sinal tangível da grande atenção à questão da vida que existe na Itália e em toda a Europa. Em total, foram coletadas quase 1 milhão e novecentas mil assinaturas.

A Itália foi a força motriz da campanha, mas o aumento constante e incansável na quantidade de assinaturas em todos os países da União Europeia mostra que essa iniciativa não aconteceu por acidente, mas envolveu uma sensibilidade inata da população diante desses temas, sensibilidade que encontrou uma maneira de se tornar explícita em plenitude graças a essa mobilização.

Estamos acumulando uma riqueza de consciência e de receptividade das pessoas que não é casual, nem deverá dispersar-se depois desta conquista.

Por trás de cada assinatura há uma face, há uma pessoa que insiste em seu “sim” à vida, e, mais precisamente, no reconhecimento da dignidade humana do embrião.

Como associações, movimentos, pessoas leigas, nós, desta Europa, tão influente e representativa de uma grande história, bradamos pela beleza da vida, afirmamos a pessoa, feita de relações, reconhecida em um povo. Esta iniciativa dá voz a um povo. Nunca nos esqueçamos disso!

O comitê italiano do projeto Um de Nós lançou um desafio a todos. Não é uma defesa de valores abstratos, mas uma ocasião para a reflexão sobre a vida, a família, a sociedade que queremos construir para o futuro. A batalha pelo reconhecimento do embrião é uma questão laica, não ideológica nem restrita a certas partes. Interessa ao homem, à mulher, a todo o mundo. Desafia a todos, levando-nos a adotar uma posição de defesa da vida e da sua dignidade.

As pessoas respondem, expressam através da assinatura aquilo de que são feitas, saem daquela solidão de pensamento que é hoje tão preocupante. Defender a vida em todas as suas fases, da concepção até a morte natural, é construir um pouco da nossa história, não só italiana, mas europeia, dessa nossa Europa tão conturbada.

A campanha Um de Nós coloca no centro a pessoa humana, em sua totalidade e no seu direito a crescer, a viver, a ser um cidadão completo do mundo. É com essa crença, comum e compartilhada, que esta iniciativa foi apoiada pelo Movimento pela Vida e abraçada, ainda, por cerca de trinta associações e movimentos que formaram o comitê Um de Nós, a fim de montar um trabalho de estratégia muito vivaz e muito interessante. A Itália associativa, a Itália da sociedade civil, trabalhou duro num clima de encontro, de construção de relações, nunca de confronto. A vida é um bem precioso que deve nos enriquecer, criando mais oportunidades para a unidade na verdade.

A intuição de um grande movimento, como é o Movimento pela Vida, se tornou intuição e trabalho associativo de todos. Por quê? Para chegar à marca de um milhão de assinaturas, mas, ainda mais do que isso, para aprendermos a lidar uns com os outros, a estimar uns aos outros, trabalhando juntos pelo bem comum.

Após esta conquista fantástica, olhemos com muita atenção para a Europa, junto com todos os outros movimentos europeus, seguindo passo a passo os pontos estabelecidos por essa iniciativa popular europeia na segunda fase desse projeto maravilhoso.

Cada assinatura é preciosa e não deve se perder, testemunhando a generosidade de todos os italianos. Através das assinaturas, recebemos um mandamento, o de ser o povo do Um de Nós. Agradeço às famílias, às paróquias, que são famílias de famílias, às escolas e a cada lugar em que foi feita a coleta de uma assinatura. Uma assinatura que eu gosto de chamar de diálogo e de encontro.

Semana Nacional da Vida

Na agenda de celebrações para o Ano da Fé, foi comemorado, no dia 16 de junho deste ano, o Dia da Encíclica Evangelium vitae (Evangelho da Vida). Durante a celebração da Eucaristia presidida pelo Papa Francisco, ele afirmou: “Deus é o Vivente, é o Misericordioso. Jesus traz-nos a vida de Deus, o Espírito Santo introduz-nos e mantém-nos na relação vital de verdadeiros filhos de Deus. Muitas vezes, porém – sabemo-lo por experiência –, o homem não escolhe a vida, não acolhe o ‘Evangelho da vida’, mas deixa-se guiar por ideologias e lógicas que põem obstáculos à vida, que não a respeitam, porque são ditadas pelo egoísmo, o interesse pessoal, o lucro, o poder, o prazer, e não são ditadas pelo amor, a busca do bem do outro. É a persistente ilusão de querer construir a cidade do homem sem Deus, sem a vida e o amor de Deus.”

Neste sentido, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB continua a fomentar no Brasil, através de nossas comunidades paroquiais, da Pastoral Familiar, dos serviços, movimentos familiares, o desejo de não somente transmitir a fé, mas as obras que desta devem brotar, como, por exemplo, a conscientização, a formação, a educação e o compromisso em favor de uma cultura da vida e pela vida.

Particularmente durante a Semana Nacional da Vida e Dia do Nascituro, celebrados no início deste mês de outubro, a Comissão, buscando auxiliar as diversas iniciativas em favor da vida, publicou o subsídio Hora da Vida, que traz roteiros de encontros inspirados no tema proposto para esta semana: Cuidar da vida e transmitir a fé. O tema escolhido está na esteira das celebrações do Ano da Fé, cuja proposta se fundamenta na missão de toda Igreja visando a Nova Evangelização e a transmissão da fé em nossas famílias, comunidades e na sociedade, como aponta a nova Encíclica Lumen fidei (Luz da fé).

Portanto, como recentemente o recordou o Papa Francisco, neste contexto da Semana Nacional da Vida e Dia do Nascituro, todos são chamados a aumentar cada vez mais a consciência de que a vida deve “sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida.” (Mensagem para a Semana Nacional da Família no Brasil – 2013)

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