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Sejam como São José, guardiões e educadores dos filhos, pede o Papa Francisco aos pais

VATICANO, 19 Mar. 14 / 10:56 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco dedicou a sua catequese desta quarta-feira 19 de março a São José, no dia em que toda a Igreja celebra a sua festa, e pediu aos pais do mundo que sejam como ele: bons educadores e guardiões do crescimento de seus filhos em idade, sabedoria e graça.

A seguir o texto na íntegra da catequese publicado hoje pela Rádio Vaticano:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje, 19 de março, celebramos a festa solene de São José, Esposo de Maria e Patrono da Igreja universal. Dediquemos, então, esta catequese a ele, que merece todo o nosso reconhecimento e a nossa devoção por como soube proteger a Virgem Santa e o Filho Jesus. O ser guardião é a característica de José: é a sua grande missão, ser guardião.

Hoje gostaria de retomar o tema da proteção segundo uma perspectiva particular: a perspectiva educativa. Olhemos para José como o modelo de educador, que protege e acompanha Jesus em seu caminho de crescimento “em sabedoria, idade e graça”, como diz o Evangelho. Ele não era pai de Jesus: o pai de Jesus era Deus, mas ele cumpria o papel de pai de Jesus, fazia-se pai de Jesus para fazê-lo crescer. E como o fez crescer? Em sabedoria, idade e graça.

Partamos da idade, que é a dimensão mais natural, o crescimento físico e psicológico. José, junto com Maria, tomou conta de Jesus antes de tudo deste ponto de vista, isso é, “criou-o”, preocupando-se que não lhe faltasse o necessário para um desenvolvimento sadio.

Não esqueçamos que o cuidado fiel da vida do Menino incluiu também a fuga ao Egito, a dura experiência de viver como refugiados – José foi um refugiado, com Maria e Jesus – para escapar da ameaça de Herodes. Depois, uma vez de volta à pátria e estabelecidos em Nazaré, há todo o longo período da vida de Jesus em sua família. Naqueles anos, José ensinou a Jesus também o seu trabalho e Jesus aprendeu a ser carpinteiro com seu pai José. Assim, José criou Jesus.

Passemos à segunda dimensão da educação, aquela da “sabedoria”. José foi para Jesus exemplo e mestre desta sabedoria, que se nutre da Palavra de Deus. Podemos pensar em como José educou o pequeno Jesus a escutar as Sagradas Escrituras, sobretudo acompanhando-O no sábado à sinagoga de Nazaré. E José o acompanhava para que Jesus escutasse a Palavra de Deus na sinagoga.

E, enfim, a dimensão da “graça”. São Lucas sempre diz referindo-se a Jesus: “A graça de Deus era sobre Ele” (2, 40). Aqui, certamente, a parte reservada a São José é mais limitada em relação aos âmbitos da idade e da sabedoria. Mas seria um grave erro pensar que um pai e uma mãe não podem fazer nada para educar os filhos a crescer na graça de Deus. Crescer em idade, crescer em sabedoria, crescer na graça: este é o trabalho que José fez com Jesus, fazê-Lo crescer nestas três dimensões, ajudá-lo a crescer.

Queridos irmãos e irmãs, a missão de São José é certamente única e irrepetível, porque absolutamente único é Jesus. E, todavia, em seu proteger Jesus, educando-o para crescer em idade, sabedoria e graça, ele é modelo para todo educador, em particular para todo pai. São José é o modelo de educador e de pai, de pai. Confio, então, à sua proteção todos os pais, os sacerdotes – que são pais – e aqueles que têm um dever educativo na Igreja e na sociedade.

De modo especial, gostaria de saudar hoje, dia do pai, todos os pais, todos os pais: saúdo-vos de coração!

Vejamos: há alguns pais na Praça? Levantem a mão, os pais! Mas quantos pais! Parabéns, parabéns pelo vosso dia!

Peço para vocês a graça de ser sempre muito próximos aos seus filhos, deixando-os crescer, mas próximos, próximos! Eles precisam de vocês, da vossa presença, da vossa proximidade, do vosso amor. Sejam para eles como São José: guardiões do seu crescimento em idade, sabedoria e graça. Guardiões do seu caminho; educadores, e caminhem com eles. E com esta proximidade, vocês serão verdadeiros educadores. Obrigado por tudo aquilo que fazem pelos vossos filhos: obrigado. A vocês parabéns, e boa festa do pai a todos os pais que estão aqui, a todos os pais.

Que São José vos abençoe e vos acompanhe.

E alguns de nós perdemos o pai, se foi, o Senhor o chamou; tantos que estão na Praça não têm pai. Podemos rezar por todos os pais do mundo, pelos pais vivos e também pelos falecidos e pelos nossos, e podemos fazê-lo juntos, cada um recordando o seu pai, se está vivo ou morto. E rezemos ao grande Pai de todos nós, o Pai. Um “Pai nosso” pelos nossos pais: Pai Nosso….

E parabéns aos pais!

E agora, José?

Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém do Pará, convida a refletir sobre o que acontece depois do Natal

Belém do Pará, 26 de Dezembro de 2013 (Zenit.orgDom Alberto Taveira Corrêa

A expressão é de um conhecido poema de Carlos Drummond de Andrade, mas a mesma pergunta pode ser feita ao José de Nazaré ou a tantos “Josés”, presentes dentro de nós e em torno a nós. Depois do Natal e das festas que correm, o que fazer da vida e como aproveitar as muitas lições do ano que termina? Se o cenário do Natal é carregado de ensinamentos, pedimos hoje licença às outras figuras nele presentes, para contemplar, de modo especial, o homem a quem foi confiada a guarda da Sagrada Família, inspirados por palavras de fogo e simplicidade pronunciadas pelo Papa Francisco, quando começou seu ministério de Sucessor de Pedro:

“Como vive São José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto dele que ao seu. Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é “guardião”, porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação! Entretanto a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Gênesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus” (Homilia do Papa Francisco – Praça de São Pedro – Terça-feira, 19 de março de 2013, Solenidade de São José).

E agora? O que fazer do ano que está para começar? O primeiro passo é reconhecer que o tempo e as capacidades foram dadas de presente. Deus não precisa fazer previsões, mas oferece um momento depois do outro, com calma, até para permitir-nos curtir cada dia sua riqueza e possibilidades para a nossa felicidade. E sabemos que se o Senhor não construir a casa, em vão trabalham os que a edificam (Cf. Sl 126, 1). Para isso, o ano há de ser preenchido com escuta e fidelidade à Palavra de Deus e discernimento dos sinais que ele envia, sabedoria para colher as lições de cada acontecimento. Cada fato alegre ou triste é carregado de sentido e de apelos de Deus.

O José que está dentro de cada um de nós há de escolher, para ser feliz, a missão de guardião ou guardiã. Faz bem e realiza a existência de uma pessoa quando esta assume responsabilidades, olhando ao redor, para descobrir o bem a ser feito. O guardião toma iniciativa para praticar o bem, começa em si mesmo a mudança do mundo e não deixa qualquer pessoa ou situação sem a marca de sua presença. A sujeira da rua, o trânsito, as plantas e, mais ainda, as pessoas, são de nossa responsabilidade. Todas as oportunidades sejam aproveitadas para fazer o bem e construir um mundo melhor.

São José guardou a Sagrada Família. Uma bela proposta para o ano novo, olhando para seus exemplos e contando com sua intercessão, é trabalhar por valores que alguns consideram tradicionais no sentido negativo. Recordo-me de uma belíssima canção do Padre Zezinho: “Agora falam do desquite e do divórcio, o amor virou consórcio, compromisso de ninguém. E há tantos filhos que bem mais do que um palácio gostariam de um abraço e do carinho entre seus pais. Se os pais se amassem, o divórcio não viria, chamam a isso de utopia, eu a isso chamo paz”. Volto ao Papa Francisco: “É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais”.  Faço um apelo a valores tradicionais, no sentido bem positivo e provocante. Trata-se de uma campanha pela família e pelo matrimônio, justamente no ano em que acontecerá um Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a Família e a Nova Evangelização. Redescobrir na família os valores da fidelidade, da fecundidade e da intimidade, tudo fecundado por uma vida de oração e comunhão com a Igreja.

Nossa vida é tecida por relacionamentos com as outras pessoas. Quanta gente nova entrou com tudo em nosso coração no ano que termina! Com São José aprendamos a “viver com sinceridade as amizades, que são um guardar-se mutuamente na intimidade, no respeito e no bem”. No ano que vai começar, cultivar o trato de pessoa por pessoa, aprofundar as amizades verdadeiras, alegrar-se com elas. Mais dos que as listas existentes em nossos aparelhos, que constituem comunidades virtuais, trazer estes nomes para a realidade concreta, visitar, ajudar, ouvir, manifestar ternura e misericórdia. Se cada pessoa for ao encontro, pelo menos uma vez no ano, de cada um de seus contatos de lista, muito teremos feito para um mundo mais fraterno e justo. Haverá mais gente feliz!

Como bom programa do tempo novo que é dado por Deus, “cada qual veja bem como está construindo. De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo. Se então alguém edificar sobre esse alicerce com ouro, prata, pedras preciosas ou com madeira, feno, palha, a obra de cada um acabará sendo conhecida: o Dia a manifestará, pois ele se revela pelo fogo, e o fogo mostrará a qualidade da obra de cada um. Aquele cuja construção resistir ganhará o prêmio; aquele cuja obra for destruída perderá o prêmio – mas ele mesmo será salvo, como que através do fogo (1 Cor 3, 10-13).

Na íntegra: A oração do Papa Francisco à Sagrada Família

VATICANO, 30 Dez. 13 / 11:02 am (ACI/EWTN Noticias).- Depois da oração do Ângelus ante os milhares de fiéis e peregrinos congregados na Praça de São Pedro, o Papa Francisco dirigiu uma oração à Sagrada Família, por ocasião da comemoração de sua festa no dia de ontem. A seguir, a íntegra da oração:

Jesus, Maria e José,
em vós contemplamos
o esplendor do amor verdadeiro,
a vós, com confiança nos dirigimos.

Sagrada Família de Nazaré,
tornai também nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas Igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré,
jamais nas famílias se faça experiência
de violência, fechamento e divisão:
qualquer um ferido ou escandalizado
tenha logo consolação e cura.

Sagrada Família de Nazaré,
o próximo Sínodo dos Bispos
possa trazer novamente a todos a consciência
do caráter sagrado e inviolável da família,
sua beleza no projeto de Deus.

Jesus, Maria e José,
escutai, ouvi nossa súplica, Amém!

A oração do Papa Francisco pelas famílias

ACI Digital apresenta aos seus leitores a íntegra da oração do Papa pelas famílias:

“Jesus, Maria e José
a vós, Sagrada Família de Nazaré,
hoje, dirigimos o olhar
com admiração e confiança;
em vós contemplamos
a beleza da comunhão no amor verdadeiro;
a vós confiamos todas as nossas famílias;
para que se renovem nessas maravilhas da graça.

Sagrada Família de Nazaré,
escola atraente do santo Evangelho:
ensina-nos a imitar as tuas virtudes
com uma sábia disciplina espiritual,
doa-nos o olhar claro
que sabe reconhecer a obra da providência
nas realidades cotidianas da vida.

Sagrada Família de Nazaré,
guardiã fiel do mistério da salvação:
faz renascer em nós a estima pelo silêncio,
torna as nossas famílias cenáculo de oração
e transforma-as em pequenas Igrejas domésticas,
renova o desejo de santidade,
sustenta o nobre cansaço do trabalho, da educação,
da escuta, da recíproca compreensão e do perdão.

Sagrada Família de Nazaré,
desperta na nossa sociedade a consciência
do caráter sagrado e inviolável da família,
bem inestimável e insubstituível.

Cada família seja morada acolhedora de bondade e de paz
para as crianças e para os idosos,
para quem está doente e sozinho,
para quem é pobre e necessitado.

Jesus, Maria e José
a vós com confiança rezamos,
a vós com alegria nos confiamos”.

São José adicionado aos cânones: termina uma espera de 50 anos

Roma, 28 de Junho de 2013 (Zenit.org) Jose Antonio Varela Vidal |

Há poucos dias, o papa Francisco deu ao mundo a alegria de ter o nome de São José, o esposo de Maria, mencionado em três das orações eucarísticas da missa do rito romano, tal como proposto pela Congregação para o Culto Divino e para a Disciplina dos Sacramentos.

Para aprofundar o conteúdo desta decisão, ZENIT entrevistou o pe. Tarcisio Stramare, dos Oblatos de São José, diretor em Roma do Movimento Josefino, instituição que estuda e medita sobre a figura salvífica de São José, muitas vezes não compreendido a contento pelos estudos catequéticos e teológicos.

Pe. Tarcisio, como você recebeu esta nova determinação do papa Francisco?
Pe. Tarcisio: Para ser honesto, eu a recebi como um ato que era “devido” e estou grato ao papa Francisco por esta decisão.Levando em conta que João XXIII tinha determinado inserir o nome de São José no cânone romano, que era então o “único” cânone, parecia lógico que quaisquer outros cânones seguissem a mesma regra.

O que o papa quer nos dizer com esta decisão?
Pe. Tarcisio: Eu acho o papa Francisco quis encerrar uma espera que já durava mais de 50 anos.

Por que essa referência explícita às orações II, III e IV do cânone romano?
Pe. Tarcisio: Provavelmente por causa da terceira edição típica do Missal Romano. O silêncio sobre “outros” cânones, existentes ou futuros, sugere uma interpretação diferente.

Era necessária uma intervenção assim?
Pe. Tarcisio: O texto do decreto especifica as razões da inclusão. Além da santidade de São José, é mostrado em especial o seu papel no plano da salvação: o cuidado paterno de Jesus, o status de “chefe da família de Jesus”, o cuidado carinhoso da Mãe do Filho, o compromisso com a educação de Jesus Cristo, a proteção da Igreja.

O papa destacou a condição de São José como marido. Por quê?
Pe. Tarcisio: Porque o título de “esposo” é essencial tanto para honrar a maternidade de Maria quanto, em particular, para garantir a ascendência davídica de Jesus, que é necessária para o título de “Cristo”, conforme ensinado pelo evangelista Mateus.

Portanto, sem São José…
Pe. Tarcisio: Sem São José, também não haveria “Sagrada Família”, nem “mistério salvífico”, que coloca São José junto com Maria na ordem da união hipostática! A exortação apostólica do papa João Paulo II é explícita a esse respeito. A pastoral da família precisa urgentemente aprofundar esta doutrina.

Você acha que haverá um crescimento na devoção e no culto de São José, agora?
Pe. Tarcisio: A devoção do povo cristão a São José sempre existiu e está bem estabelecida, como é expressamente reconhecido no decreto. A liturgia e os documentos do magistério honram convenientemente São José. O que está faltando é o apoio dos teólogos e dos catequistas, que continuam a considerar irrelevante o papel de São José no mistério da Encarnação.

JMJ Rio 2013: A exemplo da Sagrada Família

Brasília, 17 de Junho de 2013 (Zenit.org) Edmar Araújo |

Ao ler o capítulo 2 do Evangelho de São Lucas, entre os versículos 42 e 51 é possível contemplar o episódio em que Jesus, Maria e José foram à festa da páscoa judaica. Uma família que saiu de casa para celebrar com júbilo ao Senhor. Pai, mãe e filho estavam unidos e com os corações voltados a Deus. Cerca de dois milênios depois, incontáveis famílias querem refazer esse caminho que dá acesso ao Pai e, para isso, irão ao Rio de Janeiro participar da Jornada Mundial da Juventude.

Uma família composta por pai, mãe e filho vai percorrer essa via de graças até a capital carioca. Morador da pequena cidade de Sobradinho 2-DF, o casal Willian e Gleice, acompanhado do pequeno Guillen Baruc, de dois anos de idade, contou a ZENIT sobre a oportunidade de participar da JMJ Rio 2013.

Ele, o pai, tem 30 anos, é administrador de empresas e gerente de uma loja de calçados. Ela, a mãe, aos 31 anos é educadora em uma rede de escolas católicas. Para Willian, mesmo que o pequeno Guillen ainda não possa entender muita coisa, a JMJ Rio 2013 será uma oportunidade de catequese para todos. Confiante na providência divina, o pai testemunha:

“No inicio pensamos em não levar o Guillen, mas um evento como esse é para a família toda e, ao mesmo tempo, uma ótima oportunidade para catequizá-lo. Espero que Deus abençoe nossa ida ao Rio, pois as provações são muitas. Tudo fica mais difícil quando envolve uma criança”.

Gleice também falou sobre a ida do pequenino ao Rio. Quando soube que a JMJ seria no Brasil, seu desejo de participar aumentou e, desde então, colocou em oração até que as coisas foram acontecendo. “Inicialmente, iríamos apenas eu e meu esposo. Deixaríamos nosso filho porque sabíamos que levar um bebê de dois anos para um evento como este seria uma aventura, mas meu coração de mãe estava aflito em ficar mais de uma semana longe dele. Foi então que decidimos levá-lo conosco para que desde pequeno ele possa experimentar e viver um pouco da nossa fé, percebendo a importância da família que reza e trabalha unida”, comentou.

Sobre os dias em oração ao lado do Santo Padre, o Papa Francisco, o administrador de empresas diz que a Jornada Mundial da Juventude vai ser uma ótima oportunidade para todos que buscam a santidade. “Tenho certeza que vou aproveitar ao máximo com minha família e amigos. Espero poder contribuir também para a evangelização de modo geral, buscando no Cristo eucarístico o conhecimento que devo ter”, declarou Willian.

A educadora deseja que a JMJ seja um momento único para o Brasil e para juventude católica. “Estamos vivendo um tempo ímpar da nossa fé porque temos dois papas intercedendo pelos jovens que se fazem presentes nos casais, nas famílias, nas lideranças, nos movimentos, nos meios sociais e principalmente na evangelização pelos quatro cantos do mundo”.

A família chegará ao Rio três dias antes da JMJ para que possa visitar e conhecer melhor a Cidade Maravilhosa como turista.  Depois, dedicará todo o seu tempo para participar do máximo de atividades previstas no cronograma do evento. “Ser peregrino vai muito além de sair da sua casa apenas passear em outro lugar. Ser peregrino é se deslocar da sua casa para viver a fé em outro local. Desejamos que este momento com o papa Francisco seja repleto de graças para a juventude e para o nosso país porque ele, que é um homem santo, vem mostrando ao mundo que ser líder é muito mais que ser alguém que está à frente. Ser líder é ser um exemplo de vida, simplicidade, caridade e humildade”, finalizou o casal.

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