Reunião ampliada da Coordenação Regional Centro-Oeste da Pastoral Familiar.

 

Aconteceu no Centro da Família Coração de Jesus, no dia 17 de junho de 2017, reunião ampliada da Coordenação Regional Centro-Oeste da Pastoral Familiar. Estiveram presentes o Bispo Referencial Dom João Wilk, o Assessor Eclesiástico Pe. Cleber, Ir. Eunici e demais membros da Comissão, Assessores Eclesiásticos  e coordenadores diocesanos da Pastoral Familiar  de Goiás, Anápolis, Jataí, Rio Verde e Goiânia. Na ocasião, foram apresentadas formas de animar a Semana Nacional da Família, que acontecerá no período de 13 a 19 de agosto de 2017, cujo tema será “Família, uma luz para a Vida em Sociedade”.

 
 
 
 
Abraços em Cristo!

Certificado do Curso X Seminário de Bioética

COMUNICADO

Venho informar a todos os inscrito no curso X Seminário de Bioética  ministrado em 17 de Maio de 2017 o Link abaixo para ter acesso ao certificado.

http://sites.pucgoias.edu.br/certificados/participantes/804

 

Fonte: PUC- GO

Convite Para Tarde de Retiro

Retiro Maio jpg

Estão todos convidados. Venha e traga sua família.

Momentos do curso Métodos Naturais de Regulação de Fertilidade em Vista de uma Paternidade e Maternidade Responsável.

Nos dias 29 e 30 de abril foi realizado, no Centro da Família Coração de Jesus, o Curso sobre Métodos Naturais, do projeto Paternidade Responsável. O Curso foi ministrado pelo Padre Luiz Henrique Brandão Figueiredo, Vigário da Paróquia Universitária São João Evangelista e pela Dra. Sandrina Mota. O Curso reuniu dez casais de diversas paróquias e também sete seminaristas dos 3° e 4° anos de teologia, do Seminário São João Maria Vianney.

Foram dois dias de formação que teve como objetivo central: a reflexão sobre o Projeto de Amor de Deus para o homem e para as famílias, assim como lembrar o nosso chamado a sermos membros atuantes desse projeto.

Concluindo o curso, a Dra. Sandrina Mota apresentou aos casais o Método de Ovulação Billings, como um método científico e natural, eficaz para a Regulação da Fertilidade em vista de uma Paternidade e Maternidade Responsável.

FORMAÇÃO EM VISTA DE UMA PATERNIDADE E DE UMA MATERNIDADE RESPONSÁVEL

formação 06 de maio

Venha participar você é nosso convidado para fazer sua inscrição clique aqui

Ficha formação paternidade e mater.responsavel 06 Maio

Qual é o sentido da ressurreição de Jesus para um cristão?

A ressurreição de Cristo não se reduz à revitalização de um indivíduo qualquer. Com ela foi inaugurada uma dimensão que interessa a todos seres humanos

Acreditar na ressurreição de Jesus, para o cristão, é uma condição de existência: é-se cristão porque se acredita que Jesus está vivo, triunfou da morte, ressuscitou, e é, para todos os humanos, o único mediador entre Deus e os homens. Dessa mediação participam a seu modo tudo aquilo (o universo e tudo aquilo que contém) e todos aqueles (dos mais sábios aos mais humildes) que, pela vida e pela palavra, proclamam o poder e a misericórdia de Deus que sustenta todo o universo e chama todos a participar de sua vida.

A fé na ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento da mensagem cristã. A fé cristã estaria morta se lhe fosse retirada a verdade da ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus são as primícias de um mundo novo, de uma nova situação do homem. Ela cria para os homens uma nova dimensão de ser, um novo âmbito da vida: o estar com Deus. Também significa que Deus manifestou-se verdadeiramente e que Cristo é o critério no qual o homem pode confiar.

A fé na ressurreição de Jesus é algo tão essencial para o cristão que São Paulo chegou a escrever: “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também a vossa fé” (1Cor 15, 14).

A ressurreição de Cristo não é apenas o milagre de um cadáver reanimado. Não se trata do mesmo evento que ocorreu com outros personagens bíblicos como a filha de Jairo (cf. Mc 5, 22-24) ou Lázaro (cf. Jo 11, 1-44), que foram trazidos de volta à vida por Jesus, mas que, mais tarde, num certo momento, morreriam fisicamente.

A ressurreição de Jesus “foi a evasão para um gênero de vida totalmente novo, para uma vida já não sujeita à lei do morrer e do transformar-se, mas situada para além disso: uma vida que inaugurou uma nova dimensão de ser homem”, explica o Papa Bento XVI no segundo volume do seu livro “Jesus de Nazaré”.

Jesus ressuscitado não voltou à vida normal que tinha neste mundo. Isso foi o que aconteceu com Lázaro e outros mortos ressuscitados por Ele. Jesus “partiu para uma vida diversa, nova: partiu para a vastidão de Deus, e é a partir dela que Ele se manifesta aos seus”, prossegue o Papa.

A ressurreição de Cristo é um acontecimento dentro da história que, ao mesmo tempo, rompe o âmbito da história e a ultrapassa. Bento XVI a explica com uma analogia. “Se nos é permitido por uma vez usar a linguagem da teoria da evolução”, a ressurreição de Jesus é “a maior ‘mutação’, em absoluto o salto mais decisivo para uma dimensão totalmente nova, como nunca se tinha verificado na longa história da vida e dos seus avanços: um salto para uma ordem completamente nova, que tem a ver conosco e diz respeito a toda a história” (homilia da Vigília Pascal de 2006).

Portanto, a ressurreição de Cristo não se reduz à revitalização de um indivíduo qualquer. Com ela foi inaugurada uma dimensão que interessa a todos seres humanos, uma dimensão que criou para os homens “um novo âmbito da vida, o estar com Deus”, explica o Papa no livro “Jesus de Nazaré”.

As narrativas evangélicas, na diversidade de suas formas e conteúdos, convergem todas para a convicção a que chegaram os primeiros seguidores de Jesus, de que sua ação salvadora, tal como se havia pressentido nas Escrituras, não se frustrara nem se havia encerrado com sua morte. Pelo contrário, cumpria a promessa de Deus feita desde as origens da humanidade e, portanto, o fato de Jesus estar vivo e atuante na história tinha sua base em Deus, vinha confirmar a esperança que depositamos em Deus de que a verdade e o bem, a justiça e a paz hão de triunfar, terão a última palavra, porque Deus é fiel.

O mistério da ressurreição de Cristo é um acontecimento que teve manifestações historicamente constatadas

Fonte:http://pt.aleteia.org/2015/04/05/qual-e-o-sentido-da-ressurreicao-de-jesus-para-um-cristao/

NOTA DA CNBB PELA VIDA, CONTRA O ABORTO

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS  DO BRASIL
Presidência
P – Nº. 0209/17
NOTA DA CNBB
PELA VIDA, CONTRA O ABORTO
“Não matarás, mediante o aborto, o fruto do seu seio”
(Didaquê, século I)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através da sua Presidência, reitera sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural. Condena, assim, todas e  quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.
O direito à vida é incondicional. Deve ser respeitado e defendido, em qualquer etapa ou condição em que se encontre a pessoa humana. O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu. Na realidade, desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano. Contém em si a singularidade e o dinamismo da pessoa humana: um ser que recebe a tarefa de vir-a-ser. Ele não viria jamais a tornar-se humano, se não o fosse desde início. Esta verdade é de caráter antropológico, ético e científico. Não se restringe à argumentação de cunho teológico ou religioso.
A defesa incondicional da vida, fundamentada na razão e na natureza da pessoa humana, encontra o seu sentido mais profundo e a sua comprovação à luz da fé. A tradição judaico-cristã defende incondicionalmente a vida humana. A sapiência e o arcabouço moral do Povo Eleito, com relação à vida, encontram sua plenitude em Jesus Cristo. As primeiras comunidades cristãs e a Tradição da Igreja consolidaram esses valores. O Concílio Vaticano II assim sintetiza a postura cristã, transmitida pela Igreja, ao longo dos séculos, e proclamada ao nosso tempo: “A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis”7.
O respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto. O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro. A ninguém pode ser dado o direito de eliminar outra pessoa. A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade. O Papa Francisco afirma que “as mães são o antídoto mais forte para a propagação do individualismo
1 Cf. CONSTITUIÇÃO FEDERAL,art. 1°, III; 3°, IV e 5°, caput.
2 CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Declaração sobre o aborto provocado, in AAS 66 (1974) 730-747, 12.
3 Sb 1,13: “Deus não fez a morte, nem se alegra com a perdição dos vivos”.
4 Ex 20,13: “Não cometerás homicídio”.
5 Jo 10,10: “Eu vim para que tenham a vida, e a tenham em abundância”.
6 TERTULLIANO,  Apologeticum,  IX, 8: “É um homicídio antecipado impedir alguém de nascer… É já um homem aquele que o virá a ser”.
7 VATICANO II, Gaudium et spes, n. 51.
egoísta. Indivíduo’ quer dizer ‘que não se pode dividir’. As mães, em vez disso, se
‘dividem’ a partir de quando hospedam um filho para dá-lo ao mundo e fazê-lo crescer”8.
Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa
dos mais vulneváreis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do
nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e
compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o
Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe
cabe, que é legislar.
O direito à vida é o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro,
deve ser protegido. Ele é um direito intrínseco à condição humana e não uma concessão
do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. O Projeto
de Lei 478/2007 – “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que
garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e
aplicado.
Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida,
assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente;
“causa horror só o pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas
do aborto”9. São imorais leis que imponham aos profissionais da saúde a obrigação de
agir contra a sua consciência, cooperando, direta ou indiretamente, na prática do aborto.
É um grave equívoco pretender resolver problemas, como o das precárias condições
sanitárias, através da descriminalização do aborto. Urge combater as causas do aborto,
através da implementação e do aprimoramento de políticas públicas que atendam
eficazmente as mulheres, nos campos da saúde, segurança, educação sexual, entre outros,
especialmente nas localidades mais pobres do Brasil. Espera-se do Estado maior
investimento e atuação eficaz no cuidado das gestantes e das crianças. É preciso assegurar
às mulheres pobres o direito de ter seus filhos. Ao invés de aborto seguro, o Sistema
Público de Saúde deve garantir o direito ao parto seguro e à saúde das mães e de seus
filhos.
Conclamamos nossas comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem,
promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana.
Neste Ano Mariano Nacional, confiamos a Maria, Mãe de Jesus, o povo brasileiro,
pedindo as bênçãos de Deus para as nossas famílias, especialmente para as mães e os
nascituros.
Brasília-DF, 11 de abril de 2017.
Cardeal Sergio da Rocha Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de Brasília Arcebispo de São Salvador
Presidente da CNBB Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo U. Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
8 PAPA FRANCISCO, Catequese, 7/01/2015.
9 PAPA FRANCISCO, Discurso aos membros do corpo diplomático acreditado junto a Santa Sé, 13/01/2014.

NOTA da CNBB sobre o Aborto.pdf

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