Dempsey na Copa: “A fé em Cristo é o que me dá confiança”

http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/dempsey-e-a-fe-em-deus-5230879374835712

 

topic

 

Clint Dempsey, capitão da seleção de futebol dos EUA, fez o gol mais rápido da Copa do Mundo no jogo contra Gana: aos 28 segundos do primeiro tempo. Foi o quinto gol mais veloz de toda a história do futebol.

Líder nos gramados, Dempsey também é um homem franco fora deles; e, por isso, não tem medo de falar da sua fé. Ele mesmo afirmou isso em uma entrevista concedida a Sport Spectrum e reproduzida por Il Timone: “Fui criado em uma família católica e ia à Missa com a minha avó todos os domingos. Graças a ela, aprendi que a fé é importante.

Aos 12 anos, sua vida sofreu uma transformação que o marcou para sempre: “Minha irmã Jennifer morreu de aneurisma cerebral, e eu me perguntava o porquê de tantas coisas, o papel de Deus. Durante alguns anos, isso foi muito difícil para mim e acabei me distanciando de Deus. Mas Ele teve paciência e lentamente me curou e me deu forças”.

“Na faculdade, eu me uni a um grupo de leitura e estudo da Bíblia. A Palavra de Deus me deu paz e me transmitiu o desejo de entrar em relação com Ele. Interrogá-lo e buscar suas respostas por meio da Escritura me ajudou a crescer e a encontrar a direção correta. Agora, a fé em Cristo é o que me dá confiança no futuro. Sei que, tanto nos bons quanto nos maus momentos, Ele é fiel e vela por mim”, contou.

Nesses anos, outro acontecimento tocou profundamente Dempsey. Em uma tarde, por acaso, ele acabou não indo a um concerto ao qual iria com dois amigos do time; e seus amigos sofreram um acidente de carro. Um deles morreu e o outro nunca pôde voltar a jogar.

“Agora eu rezo para ter a força de percorrer o caminho que está diante de mim, tento dar o melhor no campo e estou agradecido pelas oportunidades e pelo sucesso. Quero viver uma vida que agrade a Deus”, disse o jogador.

Anúncios

Seis ideias simples para você começar hoje a amar a sua esposa mais ainda

http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/seis-ideias-simples-para-voce-comecar-hoje-a-amar-a-sua-esposa-mais-ainda-4943797033107456

 

topic (3)

 

É com orgulho que eu afirmo que sou casado há cerca de quatro anos e meio. Isto faz de mim quase um especialista em mulheres e casamento, certo? (Vou deixar o olhar da minha esposa responder a essa pergunta…).

Estou sempre aprendendo e sendo desafiado, e, é claro, tentando ser melhor ao fazer as coisas que eu sei que devo fazer. Essas ideias eu fui pegando tanto de outras pessoas quanto da minha própria experiência.

Antes de prosseguir, quero contextualizar um pouco as coisas: eu trabalho em casa, e o meu trabalho é a nossa única fonte de renda. Minha esposa cuida dos nossos dois filhos pequenos, faz a maior parte das nossas compras e a maior parte do trabalho doméstico. A situação de cada pessoa é diferente e eu não pretendo dar a entender que todos os casamentos devam ser como o nosso. Mas estou contando isto porque esta é a organização que eu conheço melhor e porque algumas das ideias que apresento a seguir se referem especificamente à nossa situação.

E agora, sem nenhuma ordem particular, cito algumas ideias simples que eu acho que um marido pode adotar para amar a sua esposa cada vez mais a cada novo dia.

1) Pergunte como foi o dia dela antes de começar a falar do seu.

Vocês dois trabalharam duro. Vocês dois estão cansados. Vocês dois podem ter assuntos que desejam compartilhar. Mas pergunte a ela sobre o dia dela primeiro. Sempre.

Isso mostra que você se importa com o que ela faz e com o que ela está pensando, o que, por sua vez, mostra que você a valoriza. Recomendo fazer isto inclusive quanto você tem uma grande notícia para contar. A menos que seja algo muito urgente, perguntar sobre o dia dela e depois compartilhar a grande notícia mostra ainda melhor o quanto você se preocupa com ela.

2) Agradeça a ela explicitamente, todos os dias, por trabalhar pela família.

Sua esposa trabalha duro e, provavelmente, não recebe muitos reconhecimentos por esse trabalho: dinheiro, felicitações públicas, etc. É preciso deixar claro que você sim reconhece o trabalho que ela está fazendo e o admira.

Embora cada um tenha a sua “linguagem do amor”, a linguagem do mero pensamento não é suficiente. Você precisa comunicar o seu amor a ela, de alguma forma, todos os dias. Diga a ela, deixe um bilhete, dê um presente: enfim, faça alguma coisa concreta.

3) Aprecie sempre o que ela faz por você, mesmo que não seja feito com perfeição.

Ela é sua esposa, não sua empregada. Se ela faz algo por você, valorize. Pode haver falhas, mas agradeça e sugira algo que possa tornar tudo melhor ainda. Por exemplo: o jantar não esteve excelente? Jante e agradeça mesmo assim. Não critique. Depois, sugira algo que torne os próximos jantares melhores ainda e pergunte o que ela acha.

4) Se algo precisa ser feito e vocês dois estão cansados, disponha-se a fazê-lo primeiro.

Um longo dia está no fim para vocês dois. Os dois querem relaxar, mas o choro do bebê está indicando que a fralda está suja, ou há pratos na pia esperando para ser lavados. Cada um de vocês gostaria que o outro fizesse o trabalho.

Então faça você. Como marido, espera-se que você cuide da família. Cuide fazendo o trabalho que nenhum de vocês gostaria de fazer.

5) Elogie sua mulher todos os dias: não espere pelas datas especiais.

Ela é sua esposa, ela é linda, maravilhosa. Você vê nela outras qualidades que admira: faça-a saber disso.

6) Dedique tempo aos seus filhos à noite, e tempo de qualidade.

Isto é um ganha-ganha para todos. Você se diverte com seus filhos, os seus filhos se divertem com você. E é também uma forma de amar a sua esposa, por duas razões: primeiro, porque ela vai gostar de ver o marido construindo um bom relacionamento com os filhos; segundo, porque ela esteve o dia todo com as crianças e, se você passar um tempo com seus filhos agora, ela terá um tempinho para fazer outras coisas.

Simples, não é? Pois bem, agora vá lá e ame a sua esposa!

(Eu gostaria de saber dos meus leitores, tanto homens quanto mulheres, se concordam ou discordam de alguma coisa. Esqueci de algo?)

Eu me casei e formei uma família aos 21 anos de idade e tenho 4 razões para estar muito feliz com isso

http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/eu-me-casei-e-formei-uma-familia-aos-21-anos-de-idade-e-tenho-4-razoes-para-estar-muito-feliz-com-isso-5324929880817664

 

topic (2)

 

Minha esposa e eu nos casamos no último verão antes de acabarmos a faculdade. Nosso primeiro filho foi concebido poucas semanas depois. De propósito. E foi uma das melhores decisões da nossa vida.
Com os índices do casamento rolando ladeira abaixo e a idade dos noivos subindo cada vez mais, nós sabemos que somos uma espécie de anomalia dentro da cultura atual.

Não, nós não somos membros de nenhuma seita esquisita, nem fomos pressionados pelos nossos pais para fazer o que fizemos (muito pelo contrário…). Aliás, não muito tempo antes do noivado, nós também achávamos que casar e começar uma família ainda na faculdade era uma ideia louca.

Mas nós nos apaixonamos.

Pois é, os ventos fortes do amor romântico nos empurraram para o plano de casar no último ano da faculdade. Mas, como eu já escrevi em algum outro lugar, nós também tínhamos o plano implícito da contracepção (como quase todo mundo…). E enquanto tentávamos escolher um método contraceptivo para chamar de nosso, acabamos descobrindo os argumentos católicos contrários a isso: para nossa própria surpresa, ficamos convencidos de que a contracepção é mesmo contrária à moral natural.

Passamos então a nos sentir bem à vontade com o planejamento familiar natural, mas também nos convencemos de que a principal finalidade do casamento é a família: os filhos só devem ser evitados por um casal se houver muito boas razões. E nós não tínhamos nenhuma. Foi assim que, para a nossa própria felicidade, decidimos viver abertos à vinda dos filhos desde o início. Tudo isso foi acontecendo: nós não tínhamos esse planejamento no começo do namoro.

Compartilho este relato para dizer que nenhum de nós pensava em ter filhos cedo, mas, pela graça de Deus, eu hoje tenho muito orgulho em dizer que estamos casados ​​há quatro anos e meio, temos dois filhos e o terceiro já está a caminho.

E esses têm sido os melhores anos das nossas vidas! Não nos arrependemos de nada: pelo contrário, vemos todas as grandes bênçãos que poderíamos ter perdido se tivéssemos seguido o caminho cultural normal, adiando (provavelmente por tempo indeterminado) o casamento e os filhos.

Bom, agora sim: aqui vão quatro razões que me fazem considerar que tomamos uma ótima decisão!

1) Estamos desfrutando da nossa vida sexual juntos de forma saudável, realizadora e construtiva.

Gente jovem tem impulsos sexuais. E isto é ótimo! O que é triste é que a nossa cultura seja projetada basicamente para garantir que a própria sexualidade seja obcecada, frustrante, vazia e autodestrutiva.

O tempo de estudos, hoje em dia, se estende para bem além do nosso amadurecimento físico, dificultando, na prática, que as pessoas façam uso normal da sua sexualidade no sentido mais pleno de intimidade e entrega mútua: ou seja, casando e tendo filhos. Só que as pessoas continuam tendo os seus naturais impulsos sexuais: daí o uso do sexo pelo sexo, degradando-se e usando os outros como objetos. E apesar de toda a sanha da cultura atual contra a gravidez, às vezes o ato da procriação (surpresa!) ainda leva a procriar! E as mulheres ficam reféns da criação de um filho, sozinhas ou com alguém que não as ama ou a quem elas não amam; ou, pior ainda, perdem a esperança e decidem que o melhor é matar o próprio filho.

Minha esposa e eu não somos perfeitos, mas temos sido abençoados com a oportunidade de desfrutar de verdade da nossa sexualidade. Temos a segurança do casamento e não vamos interromper o processo natural com meios contraceptivos. Estamos deixando a nossa sexualidade dar os frutos para os quais a natureza a concebeu: filhos!
Este é o segredo que torna tudo muito mais alegre, emocionante e divertido.

2) Fomos pais de primeira viagem na plenitude do nosso vigor físico.

Cuidar de crianças pequenas demanda uma quantidade incrível de energia, paciência e resistência, recursos que diminuem à medida que envelhecemos. E o primeiro filho dá ainda mais trabalho, já que o casal não tem experiência. Alguma razão existe, portanto, para Deus ter feito com que a maioria das pessoas não conceba filhos depois de uma certa idade.

A nossa juventude nos ajudou muito a dar conta das muitas noites sem dormir e do estresse geral de cuidar de bebês. Se Deus quiser, continuaremos tendo filhos e os próximos virão dentro de uma cultura familiar já estabelecida!

3) Aproveitamos a melhor época da nossa vida para ter filhos e temos grandes chances de formar uma família grande.

O número de anos que uma pessoa tem para conceber um filho é limitado. Quanto mais tempo uma pessoa espera, maior a probabilidade de se tornar infértil (coisa que cada vez mais gente que segue as novas normas da nossa cultura está descobrindo).

4) Nós temos um rumo e agimos com responsabilidade.

“Não são só os adultos que fazem os bebês: são os bebês que fazem os adultos”, diz um velho adágio, muito rico em verdade.

É claro que as pessoas precisam de um certo grau de maturidade antes de se casar, mas, em nosso caso, também é verdade que o casamento e a família tiveram um efeito muito positivo no nosso amadurecimento. Cuidar de crianças é uma responsabilidade incrivelmente grande. Criar filhos exige sacrifício em todas as áreas da vida – e isso também é uma coisa boa. É, aliás, o paradoxo do amor.

E você, acha o quê disso tudo? Concorda? Discorda? Esqueci de alguma coisa?

7 conselhos para ser um bom pai

http://www.aleteia.org/pt/educacao/artigo/7-conselhos-para-ser-um-bom-pai-5908819460751360

 

topic (1)

 

São muitos os homens que gostariam de ser bons pais, mas não sabem o que é preciso fazer para conseguir isso e, ainda que hoje em dia haja muitas ferramentas para educar os filhos, nem sempre se tem o tempo ou o dinheiro necessários para adquiri-las.

O que fazer, então?

Basta usar o método de aprendizagem mais antigo e simples que existe: aprender de Deus Pai, pois todo pai tem nEle não somente um modelo a seguir, mas também pode lhe pedir a graça de poder imitá-lo em suas qualidades paternas. Algumas delas são as seguintes:

1. Ame incondicionalmente seus filhos

Deus nos ama como somos, com todos os nossos defeitos, vícios e pecados –  o que não significa que Ele os aprove (Ele quer que os superemos), mas que nem por isso deixa de nos amar. Pais, peçam ao Pai que lhes comunique um amor incondicional aos seus filhos, para aceitá-los como são.

2. Expresse seu amor aos seus filhos

Ao longo da Bíblia, vemos que Deus sempre exprime seu amor por nós.Pais, peçam ao Pai que não lhes permita “dar por descontado” que seusfilhos sabem que vocês os amam, mas que os inspire a dizer isso a eles e, sobretudo, a demonstrá-lo.

3. Conheça bem seus filhos

Jesus disse que o Pai sabe do que precisamos. Mas como Ele sabe? Porque está sempre prestando atenção em nós. Pais, peçam ao Pai que os livre de ignorar seus filhos e os ajude a dedicar mais tempo a conhecê-los e descobrir suas qualidades e defeitos, para, assim, incentivá-los a desenvolver os primeiros e dominar os segundos.

4. Dê aos seus filhos apenas o que lhes convém

São Tiago disse que não recebemos tudo o que pedimos porque pedimos mal (cf. Tiago 4, 3). Isso significa que Deus não nos dá aquilo que não nos convém. Pais, peçam ao Pai prudência e sabedoria para não ceder diante de todos os pedidos dos seus filhos, mas saber dar a cada um somente aquilo que contribuir para seu verdadeiro bem.

5. Cultive a proximidade e a comunicação

Jesus afirmou que, ainda que todos o abandonassem, Ele nunca estaria sozinho, porque o Pai estava com Ele (cf. João 16, 32). Pais, peçam ao Pai que os ajude a manter a proximidade, não só física, mas de comunicação com seus filhos, para conhecer suas alegrias, tristezas, dificuldades, projetos e amizades.

6. Apoie seus filhos

Em todo momento, Jesus se sentiu apoiado pelo seu Pai. Pais, peçam ao Pai que os livre de passar o tempo todo criticando seus filhos, jogando-lhes na cara o que fazem de errado; que os ilumine para saber incentivar seus filhos naquilo que eles fazem bem e para fazê-los sentir que vocês valorizam suas qualidades e estão orgulhosos deles.

7. Conduza seus filhos ao bem

O Pai enviou Jesus ao mundo para nos trazer o maior bem possível: a salvação (cf. João 3, 16-17). Pais, peçam ao Pai a graça de compreender que sua maior vitória será ensinar seus filhos a dar-se, não só a receber; a servir os outros, não a ser servidos; a desfrutar a vida de maneira generosa, não egoísta, descobrindo a alegria de usar seus dons em benefícios de outros.

(Artigo publicado originalmente por Desde la Fe)

sources: Desde la Fe

A Semana Santa e a educação dos filhos na fé

Retirado de http://www.aleteia.org/pt/educacao/artigo/a-semana-santa-e-a-educacao-dos-filhos-na-fe-6398777938149376

Os pais de família são os principais protagonistas da educação espiritual dos seus filhos, e a Semana Santa é uma oportunidade especial para transmitir-lhes a finalidade destes dias, de acordo com seu nível de compreensão.

Apresentamos, a seguir, algumas sugestões, segundo cada faixa etária:

De 0 a 3 anos

Desde que a criança nasce, ela precisa sentir Deus presente na vida dos seus pais. Nesta etapa, a vivência religiosa necessita ser vivida dentro da máxima clareza e com atos concretos, em um clima de muito carinho. Convém também que o bebê veja, do seu berço ou cama, uma imagem do Menino Jesus e de Nossa Senhora.

De 3 a 6 anos

Mais importante do que ensinar orações, é preciso desenvolver nos filhosa capacidade de diálogo simples e espontâneo com Deus. Há momentos do dia que se tornam ocasiões especiais para este diálogo, como, por exemplo, à noite, quando acompanhamos as crianças até a cama, ou ao acordar; igualmente, durante as refeições, nas quais agradecemos pelos alimentos e demais aspectos que cada um quiser mencionar.

Esta é a etapa na qual a criança começa a compreender o valor da Missa e, portanto, é bom levá-la, quando possível, a missas especiais para crianças. Isso ajuda os filhos a conceber a Celebração Eucarística não como um compromisso, uma obrigação, mas como um diálogo com Deus por meio desta cerimônia.

De 6 a 10 anos

Esta é a chamada “idade de ouro”, o momento o qual os pais podem ganhar boa parte a batalha da adolescência que chegará. É a idade do raciocínio e, portanto, convém levar alguns aspectos em consideração:

– Escolher um bom colégio

– Continuar dando bom exemplo

– Consolidar sua formação religiosa

– Prepará-los para a Primeira Comunhão

– Ajudá-los a formar sua consciência

– Continuar com as virtudes humanas e sociais

De 10 a 12 anos

Nesta etapa, os conselhos são uma continuação da fase anterior, mas com uma clara orientação a preparar os filhos para a idade da crise: a adolescência. Por isso, é importante cuidar, entre outras coisas, dos seguintes aspectos:

– Oferecer princípios claros e garantir que sejam bem compreendidos.

– Ajudar os filhos a intensificar a vivência das virtudes, especialmente da caridade, sinceridade, esforço e retidão.

– Dar-lhes informação sexual adequada à sua idade e às circunstâncias do ambiente em que vivem.

– Ajudá-los a usar sua liberdade responsavelmente.

– Ressaltar a necessidade e o valor de ajudar as pessoas.

– Ensiná-los a descobrir a importância de uma boa amizade.

– Manter com os filhos um clima de confiança e alegria.

Adolescência

Nesta fase, pode haver rebeldia e os filhos chegam até a se recusar a participarem de atividades religiosas. Neste caso, os pais precisam transmitir-lhes o amor de Deus de forma sempre positiva, apresentar Jesus como seu amigo, seu companheiro, seu protetor.

Como explicar-lhes a Semana Santa

Como ajudar os filhos a viver o verdadeiro sentido desta celebração, e não só como um “feriadão”? O primeiro e mais importante é que os pais demonstrem, com seu exemplo, o que realmente significa este tempo, ou seja, que os filhos vejam atitudes e comportamentos religiosos mais fervorosos que os habituais.

Também é conveniente explicar o significado de cada celebração, mas usando uma linguagem apropriada para a idade e nível de compreensão dos filhos. Os pais podem utilizar vários recursos, como vídeos, filmes e histórias (no caso dos menores).

Também vale a pena participar das diversas atividades da Semana Santaem família, como, por exemplo, procissões, confecção de ovos de Páscoa (mas com seu verdadeiro significado).

Além disso, os pais podem propor outras atividades relacionadas à finalidade da Quaresma, da Semana Santa e da Páscoa, como ajudar os necessitados, doar presentes e roupas, mudar algum comportamento inadequado, fazer pequenos propósitos pessoais, entre outras coisas.

O importante é transmitir aos filhos estes ensinamentos e experiências desde pequenos, para que experimentem o amor de Jesus.

Papa: o Seminário é para formar pastores à imagem de Jesus

Retirado de http://www.aleteia.org/pt/religiao/conteudo-agregado/padre-nao-e-funcionario-ou-burocrata-advertencia-do-papa-a-comunidade-do-seminario-interdiocesano-do-sul-do-lacio-5849084401287168

 

“Quem não se sentir disposto a seguir este caminho, que tenha a coragem de procurar outra estrada”

topic (2)

“Ai dos maus pastores que apascentam a si mesmos e não ao rebanho!”. Esta forte admoestação dos profetas foi recordada pelo Papa Francisco, ao receber, nesta segunda-feira, os estudantes e superiores do Seminário de Anagni, que serve a região do Lácio, a sul de Roma.

O Papa Francisco recordou o objetivo de todo e qualquer Seminário: “preparar os futuros ministros ordenados, num clima de oração, de estudo e de fraterna”.

É “esta atmosfera evangélica, esta vida plena de Espírito Santo e de humanidade, que consente aos que nela se imergem assimilar dia a dia os sentimentos de Jesus Cristo, o seu amor ao Pai e à Igreja, a sua dedicação sem reservas ao Povo de Deus”.

“Vós, caros seminaristas, não vos estais preparando para exercer uma profissão, para vos tornardes funcionários de uma empresa ou de um organismo burocrático. Cuidado, estai atentos a não cair nisso! “

Trata-se, isso sim, de irem-se tornando “pastores à imagem de Jesus, Bom Pastor”, para serem como Ele apascentando as suas ovelhas.

Quem não se sentir disposto a seguir este caminho, com esta atitude e orientação – advertiu o Papa – “tenha a coragem de procurar outra estrada”, pois há muitos modos, na Igreja, de dar testemunho cristão.

Bispos nas Filipinas convidam médicos à objeção de consciência após aprovação da Lei de Saúde Reprodutiva

Anticoncepcion_AutorJennyLeeSilver_CC-BY-NC-2_0

Roma, 11 Abr. 14 / 01:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Igreja nas Filipinas respeita a decisão da Corte Suprema de Justiça e continuará defendendo a vida e a família, graças à possibilidade da objeção de consciência.

Assim o indicam os Bispos das Filipinas depois da decisão da Corte, que declarou a constitucionalidade da Lei de Saúde Reprodutiva concedendo o direito dos médicos e centros de saúde privados a serem objetores, com respeito ao uso de métodos artificiais de anticoncepção.

Uma nota do Episcopado filipino, assinada por Dom Sócrates Villegas, Arcebispo de Lingayen Dagupan e Presidente da Conferência Episcopal, enviada à agência Fides, afirma: “encorajo os nossos fiéis católicos a respeitar e manter o respeito pela Corte Suprema. A Corte Suprema decidiu sobre a questão da Lei sobre a saúde Reprodutiva baseando-se na normativa vigente nas Filipinas”.

A Igreja, continua o texto, “deve continuar promovendo a sacralidade da vida humana, ensinando sempre a dignidade da pessoa humana e a tutela da vida e de toda pessoa desde a concepção até a morte natural”.

A nota assinala que a lei foi “suavizada”, porque os tribunais reconheceram a importância da objeção de consciência, inclusive entre os médicos que trabalham em centros de saúde pública e confirma que todos os católicos “trabalharão ao lado daqueles que apoiam a lei para o bem do país”.
A Igreja, conclui, “continuará ensinando o que é justo e moral, anunciando a beleza e a santidade de toda pessoa humana”, “no espírito do Evangelho da vida e do amor”.

%d blogueiros gostam disto: