FAÇA SUA FICHA DE INSCRIÇÃO PARA O CURSO DE MÉTODOS NATURAIS

diculgação curso metodo. ABRIL 2017

Venha participar do curso de formação sobre Métodos Naturais de regulação e fertilidade em vista de uma Paternidade e Maternidade responsável

Data: 29-30/04/2017

Você é nosso convidado especial

Para fazer sua ficha de inscrição clica aqui

Seis ideias simples para você começar hoje a amar a sua esposa mais ainda

http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/seis-ideias-simples-para-voce-comecar-hoje-a-amar-a-sua-esposa-mais-ainda-4943797033107456

 

topic (3)

 

É com orgulho que eu afirmo que sou casado há cerca de quatro anos e meio. Isto faz de mim quase um especialista em mulheres e casamento, certo? (Vou deixar o olhar da minha esposa responder a essa pergunta…).

Estou sempre aprendendo e sendo desafiado, e, é claro, tentando ser melhor ao fazer as coisas que eu sei que devo fazer. Essas ideias eu fui pegando tanto de outras pessoas quanto da minha própria experiência.

Antes de prosseguir, quero contextualizar um pouco as coisas: eu trabalho em casa, e o meu trabalho é a nossa única fonte de renda. Minha esposa cuida dos nossos dois filhos pequenos, faz a maior parte das nossas compras e a maior parte do trabalho doméstico. A situação de cada pessoa é diferente e eu não pretendo dar a entender que todos os casamentos devam ser como o nosso. Mas estou contando isto porque esta é a organização que eu conheço melhor e porque algumas das ideias que apresento a seguir se referem especificamente à nossa situação.

E agora, sem nenhuma ordem particular, cito algumas ideias simples que eu acho que um marido pode adotar para amar a sua esposa cada vez mais a cada novo dia.

1) Pergunte como foi o dia dela antes de começar a falar do seu.

Vocês dois trabalharam duro. Vocês dois estão cansados. Vocês dois podem ter assuntos que desejam compartilhar. Mas pergunte a ela sobre o dia dela primeiro. Sempre.

Isso mostra que você se importa com o que ela faz e com o que ela está pensando, o que, por sua vez, mostra que você a valoriza. Recomendo fazer isto inclusive quanto você tem uma grande notícia para contar. A menos que seja algo muito urgente, perguntar sobre o dia dela e depois compartilhar a grande notícia mostra ainda melhor o quanto você se preocupa com ela.

2) Agradeça a ela explicitamente, todos os dias, por trabalhar pela família.

Sua esposa trabalha duro e, provavelmente, não recebe muitos reconhecimentos por esse trabalho: dinheiro, felicitações públicas, etc. É preciso deixar claro que você sim reconhece o trabalho que ela está fazendo e o admira.

Embora cada um tenha a sua “linguagem do amor”, a linguagem do mero pensamento não é suficiente. Você precisa comunicar o seu amor a ela, de alguma forma, todos os dias. Diga a ela, deixe um bilhete, dê um presente: enfim, faça alguma coisa concreta.

3) Aprecie sempre o que ela faz por você, mesmo que não seja feito com perfeição.

Ela é sua esposa, não sua empregada. Se ela faz algo por você, valorize. Pode haver falhas, mas agradeça e sugira algo que possa tornar tudo melhor ainda. Por exemplo: o jantar não esteve excelente? Jante e agradeça mesmo assim. Não critique. Depois, sugira algo que torne os próximos jantares melhores ainda e pergunte o que ela acha.

4) Se algo precisa ser feito e vocês dois estão cansados, disponha-se a fazê-lo primeiro.

Um longo dia está no fim para vocês dois. Os dois querem relaxar, mas o choro do bebê está indicando que a fralda está suja, ou há pratos na pia esperando para ser lavados. Cada um de vocês gostaria que o outro fizesse o trabalho.

Então faça você. Como marido, espera-se que você cuide da família. Cuide fazendo o trabalho que nenhum de vocês gostaria de fazer.

5) Elogie sua mulher todos os dias: não espere pelas datas especiais.

Ela é sua esposa, ela é linda, maravilhosa. Você vê nela outras qualidades que admira: faça-a saber disso.

6) Dedique tempo aos seus filhos à noite, e tempo de qualidade.

Isto é um ganha-ganha para todos. Você se diverte com seus filhos, os seus filhos se divertem com você. E é também uma forma de amar a sua esposa, por duas razões: primeiro, porque ela vai gostar de ver o marido construindo um bom relacionamento com os filhos; segundo, porque ela esteve o dia todo com as crianças e, se você passar um tempo com seus filhos agora, ela terá um tempinho para fazer outras coisas.

Simples, não é? Pois bem, agora vá lá e ame a sua esposa!

(Eu gostaria de saber dos meus leitores, tanto homens quanto mulheres, se concordam ou discordam de alguma coisa. Esqueci de algo?)

Eu me casei e formei uma família aos 21 anos de idade e tenho 4 razões para estar muito feliz com isso

http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/eu-me-casei-e-formei-uma-familia-aos-21-anos-de-idade-e-tenho-4-razoes-para-estar-muito-feliz-com-isso-5324929880817664

 

topic (2)

 

Minha esposa e eu nos casamos no último verão antes de acabarmos a faculdade. Nosso primeiro filho foi concebido poucas semanas depois. De propósito. E foi uma das melhores decisões da nossa vida.
Com os índices do casamento rolando ladeira abaixo e a idade dos noivos subindo cada vez mais, nós sabemos que somos uma espécie de anomalia dentro da cultura atual.

Não, nós não somos membros de nenhuma seita esquisita, nem fomos pressionados pelos nossos pais para fazer o que fizemos (muito pelo contrário…). Aliás, não muito tempo antes do noivado, nós também achávamos que casar e começar uma família ainda na faculdade era uma ideia louca.

Mas nós nos apaixonamos.

Pois é, os ventos fortes do amor romântico nos empurraram para o plano de casar no último ano da faculdade. Mas, como eu já escrevi em algum outro lugar, nós também tínhamos o plano implícito da contracepção (como quase todo mundo…). E enquanto tentávamos escolher um método contraceptivo para chamar de nosso, acabamos descobrindo os argumentos católicos contrários a isso: para nossa própria surpresa, ficamos convencidos de que a contracepção é mesmo contrária à moral natural.

Passamos então a nos sentir bem à vontade com o planejamento familiar natural, mas também nos convencemos de que a principal finalidade do casamento é a família: os filhos só devem ser evitados por um casal se houver muito boas razões. E nós não tínhamos nenhuma. Foi assim que, para a nossa própria felicidade, decidimos viver abertos à vinda dos filhos desde o início. Tudo isso foi acontecendo: nós não tínhamos esse planejamento no começo do namoro.

Compartilho este relato para dizer que nenhum de nós pensava em ter filhos cedo, mas, pela graça de Deus, eu hoje tenho muito orgulho em dizer que estamos casados ​​há quatro anos e meio, temos dois filhos e o terceiro já está a caminho.

E esses têm sido os melhores anos das nossas vidas! Não nos arrependemos de nada: pelo contrário, vemos todas as grandes bênçãos que poderíamos ter perdido se tivéssemos seguido o caminho cultural normal, adiando (provavelmente por tempo indeterminado) o casamento e os filhos.

Bom, agora sim: aqui vão quatro razões que me fazem considerar que tomamos uma ótima decisão!

1) Estamos desfrutando da nossa vida sexual juntos de forma saudável, realizadora e construtiva.

Gente jovem tem impulsos sexuais. E isto é ótimo! O que é triste é que a nossa cultura seja projetada basicamente para garantir que a própria sexualidade seja obcecada, frustrante, vazia e autodestrutiva.

O tempo de estudos, hoje em dia, se estende para bem além do nosso amadurecimento físico, dificultando, na prática, que as pessoas façam uso normal da sua sexualidade no sentido mais pleno de intimidade e entrega mútua: ou seja, casando e tendo filhos. Só que as pessoas continuam tendo os seus naturais impulsos sexuais: daí o uso do sexo pelo sexo, degradando-se e usando os outros como objetos. E apesar de toda a sanha da cultura atual contra a gravidez, às vezes o ato da procriação (surpresa!) ainda leva a procriar! E as mulheres ficam reféns da criação de um filho, sozinhas ou com alguém que não as ama ou a quem elas não amam; ou, pior ainda, perdem a esperança e decidem que o melhor é matar o próprio filho.

Minha esposa e eu não somos perfeitos, mas temos sido abençoados com a oportunidade de desfrutar de verdade da nossa sexualidade. Temos a segurança do casamento e não vamos interromper o processo natural com meios contraceptivos. Estamos deixando a nossa sexualidade dar os frutos para os quais a natureza a concebeu: filhos!
Este é o segredo que torna tudo muito mais alegre, emocionante e divertido.

2) Fomos pais de primeira viagem na plenitude do nosso vigor físico.

Cuidar de crianças pequenas demanda uma quantidade incrível de energia, paciência e resistência, recursos que diminuem à medida que envelhecemos. E o primeiro filho dá ainda mais trabalho, já que o casal não tem experiência. Alguma razão existe, portanto, para Deus ter feito com que a maioria das pessoas não conceba filhos depois de uma certa idade.

A nossa juventude nos ajudou muito a dar conta das muitas noites sem dormir e do estresse geral de cuidar de bebês. Se Deus quiser, continuaremos tendo filhos e os próximos virão dentro de uma cultura familiar já estabelecida!

3) Aproveitamos a melhor época da nossa vida para ter filhos e temos grandes chances de formar uma família grande.

O número de anos que uma pessoa tem para conceber um filho é limitado. Quanto mais tempo uma pessoa espera, maior a probabilidade de se tornar infértil (coisa que cada vez mais gente que segue as novas normas da nossa cultura está descobrindo).

4) Nós temos um rumo e agimos com responsabilidade.

“Não são só os adultos que fazem os bebês: são os bebês que fazem os adultos”, diz um velho adágio, muito rico em verdade.

É claro que as pessoas precisam de um certo grau de maturidade antes de se casar, mas, em nosso caso, também é verdade que o casamento e a família tiveram um efeito muito positivo no nosso amadurecimento. Cuidar de crianças é uma responsabilidade incrivelmente grande. Criar filhos exige sacrifício em todas as áreas da vida – e isso também é uma coisa boa. É, aliás, o paradoxo do amor.

E você, acha o quê disso tudo? Concorda? Discorda? Esqueci de alguma coisa?

A Semana Santa e a educação dos filhos na fé

Retirado de http://www.aleteia.org/pt/educacao/artigo/a-semana-santa-e-a-educacao-dos-filhos-na-fe-6398777938149376

Os pais de família são os principais protagonistas da educação espiritual dos seus filhos, e a Semana Santa é uma oportunidade especial para transmitir-lhes a finalidade destes dias, de acordo com seu nível de compreensão.

Apresentamos, a seguir, algumas sugestões, segundo cada faixa etária:

De 0 a 3 anos

Desde que a criança nasce, ela precisa sentir Deus presente na vida dos seus pais. Nesta etapa, a vivência religiosa necessita ser vivida dentro da máxima clareza e com atos concretos, em um clima de muito carinho. Convém também que o bebê veja, do seu berço ou cama, uma imagem do Menino Jesus e de Nossa Senhora.

De 3 a 6 anos

Mais importante do que ensinar orações, é preciso desenvolver nos filhosa capacidade de diálogo simples e espontâneo com Deus. Há momentos do dia que se tornam ocasiões especiais para este diálogo, como, por exemplo, à noite, quando acompanhamos as crianças até a cama, ou ao acordar; igualmente, durante as refeições, nas quais agradecemos pelos alimentos e demais aspectos que cada um quiser mencionar.

Esta é a etapa na qual a criança começa a compreender o valor da Missa e, portanto, é bom levá-la, quando possível, a missas especiais para crianças. Isso ajuda os filhos a conceber a Celebração Eucarística não como um compromisso, uma obrigação, mas como um diálogo com Deus por meio desta cerimônia.

De 6 a 10 anos

Esta é a chamada “idade de ouro”, o momento o qual os pais podem ganhar boa parte a batalha da adolescência que chegará. É a idade do raciocínio e, portanto, convém levar alguns aspectos em consideração:

– Escolher um bom colégio

– Continuar dando bom exemplo

– Consolidar sua formação religiosa

– Prepará-los para a Primeira Comunhão

– Ajudá-los a formar sua consciência

– Continuar com as virtudes humanas e sociais

De 10 a 12 anos

Nesta etapa, os conselhos são uma continuação da fase anterior, mas com uma clara orientação a preparar os filhos para a idade da crise: a adolescência. Por isso, é importante cuidar, entre outras coisas, dos seguintes aspectos:

– Oferecer princípios claros e garantir que sejam bem compreendidos.

– Ajudar os filhos a intensificar a vivência das virtudes, especialmente da caridade, sinceridade, esforço e retidão.

– Dar-lhes informação sexual adequada à sua idade e às circunstâncias do ambiente em que vivem.

– Ajudá-los a usar sua liberdade responsavelmente.

– Ressaltar a necessidade e o valor de ajudar as pessoas.

– Ensiná-los a descobrir a importância de uma boa amizade.

– Manter com os filhos um clima de confiança e alegria.

Adolescência

Nesta fase, pode haver rebeldia e os filhos chegam até a se recusar a participarem de atividades religiosas. Neste caso, os pais precisam transmitir-lhes o amor de Deus de forma sempre positiva, apresentar Jesus como seu amigo, seu companheiro, seu protetor.

Como explicar-lhes a Semana Santa

Como ajudar os filhos a viver o verdadeiro sentido desta celebração, e não só como um “feriadão”? O primeiro e mais importante é que os pais demonstrem, com seu exemplo, o que realmente significa este tempo, ou seja, que os filhos vejam atitudes e comportamentos religiosos mais fervorosos que os habituais.

Também é conveniente explicar o significado de cada celebração, mas usando uma linguagem apropriada para a idade e nível de compreensão dos filhos. Os pais podem utilizar vários recursos, como vídeos, filmes e histórias (no caso dos menores).

Também vale a pena participar das diversas atividades da Semana Santaem família, como, por exemplo, procissões, confecção de ovos de Páscoa (mas com seu verdadeiro significado).

Além disso, os pais podem propor outras atividades relacionadas à finalidade da Quaresma, da Semana Santa e da Páscoa, como ajudar os necessitados, doar presentes e roupas, mudar algum comportamento inadequado, fazer pequenos propósitos pessoais, entre outras coisas.

O importante é transmitir aos filhos estes ensinamentos e experiências desde pequenos, para que experimentem o amor de Jesus.

Não há educação sem autoridade

Site Família em Contos: http://www.famíliaemcontos.com.br.

a-autoridade-dos-pais

No livro “Carinho e firmeza com os filhos”, de Alexander Lyford-Pike, Editora Quadrante, 2003, São Paulo, o autor dá muitas dicas:

– Os pais são os principais educadores dos filhos. A tarefa de educar é a maior missão que uma pessoa pode ter.

– Os filhos têm necessidade de encontrar normas, critérios e modelos claros nos seus pais.

– Quando os pais não traçam limites claros aos filhos, se omitem e privam os filhos de orientação, deixando-os como um barco à deriva.

– A autoridade é exercida com carinho, estímulo e paciência (sem esses requisitos pode-se cair no autoritarismo). Autoridade deriva de auctoritas, palavra latina que significa apoiar.

– A autoridade deve ser assertiva ou afirmativa, que tem presente o direito e os deveres tanto dos pais como dos filhos (exigir respeitando a liberdade dos filhos).

– Se os pais cumprem a sua obrigação de formar bem, os filhos percebem de forma clara e proveitosa os limites de seus direitos e o alcance de suas obrigações.

– Pai e mãe são apoio e esperança dos filhos, até que estes aprendam a valer-se por conta própria.

– Ao ser plantada, uma arvorezinha necessita estar atada a uma estaca para crescer reta e firmemente. Para o ser humano, a estaca ou tutor são os pais, que põem critérios para evitar desvios, ou corrigir quando acontece o desvio.

– Ensinar a crescer é fazer que os filhos aprendam a aproveitar favorável e operativamente as experiências da vida dos pais, num clima de liberdade e responsabilidade.

– A operatividade significa que os filhos alcancem uma capacidade de escolha justa e equilibrada entre as opções que se apresentam durante o crescimento.

– Como a atividade formativa é um processo contínuo, para que a autoridade não se desgaste, é preciso um exercício judicioso da autoridade.

– É um erro esperar até que os filhos se tornem ingovernáveis ou que fracassem todas as outras tentativas de comunicação com eles.

– A autoridade pertence à essência do processo educativo, e deve ser aplicada desde o primeiro momento.

– É um grave erro antropológico ignorar como ponto de partida a desordem presente em todos nós.

– Essa desordem conduz ao obscurecimento da inteligência e ao enfraquecimento da vontade, impedindo que a consciência cumpra seu papel sinalizador.

– Todos nascem com uma semente de desordem de caráter antisocial.

– Por ex.: a criança impedida de ir brincar na rua porque chovia, zanga-se com a mãe e atira uma pedra no vidro da janela, que espatifou-se. Ao perceber o que tinha feito, a criança retorna correndo, chorando, pedindo perdão e dizendo que amava a mãe.

– A presença desse germe de amor e ódio, de bem e mal, de construir ou destruir é um fato. Quando a família não põe um limite no começo, é muito difícil que a sociedade consiga fazê-lo.

– A educação é um meio de ordenar as potências desencontradas que existem na personalidade da criança.

– Será o exercício de uma educação firme por parte dos pais que reorientará os instintos antisociais da criança, levando-a à harmonia de sentimentos, e de fácil integração na sociedade.

Dicas para o uso de Internet por crianças e jovens

Retirado de http://www.quadrante.com.br/artigos_detalhes.asp?id=10&cat=5&pagina=1

Índice

A equipe do Portal da Família pesquisou e condensou aqui algumas dicas de Segurança para ajudar as crianças no uso da Internet. Converse sobre esses conselhos em família, e acrescente os seus próprios!

**************

ALGUMAS DICAS DE USO

1. Lembre-se de que, na Internet, você nunca pode ter certeza de quem é a pessoa com quem você está conversando. Infelizmente, muitos mentem, e alguém que diz ser uma criança pode na verdade ser um adulto perigoso.

2. Nunca divulgue informações sobre a sua vida, como por exemplo o seu sobrenome, o seu número de telefone, onde você mora ou onde é a sua escola, sem perguntar primeiro aos seus pais. Desconfie daqueles que querem saber muito sobre você, pois mesmo com poucas informações as pessoas podem descobrir onde você mora.

3. Tenha em mente as regras de segurança quando estiver online: o seu comportamento e os sites da Web que você visita determinarão em grande parte a sua segurança online. Sempre siga as regras de uso da Internet, quer esteja em casa, na escola, na biblioteca ou em outros lugares. Elas existem para garantir que você possa se divertir de maneira segura.

4. Sempre mostre respeito pelos outros: trate as pessoas que estão online como você gostaria de ser tratado. Nunca envie mensagens de e-mail ofensivas ou desagradáveis. Lembre-se de que qualquer coisa que você escrever ou enviar online pode ser reenviado a outras pessoas – por exemplo aos seus pais ou à sua escola! Portanto, se você sentir a tentação de dizer algo que os outros não gostariam de ouvir (e que você mesmo não gostaria de ouvir, se viesse de outra pessoa…), abafe essa tentação!

5. Fazer planos para encontrar os seus interlocutores de Internet na vida real normalmente é uma péssima idéia, porque as pessoas podem ser muito diferentes na vida real daquilo que elas dizem ser pelo computador. Se quiserem marcar um encontro com você, não aceite. Se você quiser conhecê-los, leve os pais consigo e encoraje os seus “amigos” virtuais a fazer o mesmo. No mínimo, faça com que os seus pais e amigos reais saibam o que você vai fazer.

6. Desligue o computador se alguma coisa o deixar preocupado ou inquieto. Se alguém com quem você estiver conversando ou alguma coisa que você vir quando estiver online fizer você ter preocupação ou medo, simplesmente feche o navegador e desligue o computador. Se você não fornecer informações sobre si mesmo a ninguém, ele ou ela não poderão ameaçá-lo, e você poderá simplesmente ignorar essa pessoa ou bloqueá-la no futuro. Sempre avise os seus pais ou professores se você tiver medo ou se sentir ameaçado quando estiver online – eles sabem o que fazer.

7. Se você receber e-mails suspeitos, arquivos ou fotos de alguém que não conhece, mande-os para a lata de lixo. Você tem muito que perder se confiar em alguém que não conhece. Do mesmo modo, evite clicar nas URLs que lhe parecem suspeitas.

8. Nunca distribua as suas senhas para outros colegas.

9. Nunca faça nada que possa custar dinheiro à sua família, como por exemplo compras online, a não ser que haja algum de seus pais ajudando você a fazer isto.

10. Antes de você conversar com um desconhecido na Internet sobre algum problema que tenha ou alguma dificuldade que sinta, experimente falar com um parente compreensivo ou um amigo e conte-lhes o que você sente. Eles são um recurso muito melhor e mais digno de confiança do que um estranho numa sala de bate-papo.

11. Evite entrar em salas de bate-papo (chats) que parecem provocantes ou de muita discussão, e não deixe as pessoas online usarem o truque de fazer você pensar neles como amigos da vida real se você nunca as conheceu pessoalmente. Também não se deixe envolver em discussões e brigas online. Se for procurar problemas na Internet, você os achará com certeza, e as coisas podem sair do controle rapidamente.

Como regra geral, lembre-se sempre de que os amigos reais são os únicos amigos de verdade, mesmo que de vez em quando lhe digam alguma coisa de que você não gosta. A Internet não é um lugar para cultivar a amizade, apenas para obter informações de certo interesse.

Amigos mães e pais: façam um contrato de uso da Internet com os seus filhos !

Muitas famílias descobriram que criar uma espécie de “Termo de Compromisso” com regras para uso da Internet ajuda as crianças a adquirir uma experiência boa e construtiva na Internet e a aceitar melhor as orientações dos pais. Uma das maneiras é fazer uma reunião em família em que todos concordem em estabelecer um “acordo” ou “contrato” entre pais e filhos. Algumas famílias até imprimem esse documento no computador e o assinam em conjunto com as crianças (isto pode ser muito bom, porque evita as discussões que podem surgir depois sobre “Isto estava / não estava no contrato”).

Vejam abaixo um pequeno exemplo. Mas não é preciso segui-lo; o que interessa é que você crie o seu próprio contrato, com os pontos que lhe pareçam mais necessários para a sua família. Há outros exemplos desses contratos nos sites:

SafeKids.Com – Family Contracts for Online Safety,
Smart Parent.Com – Children´s Pledge to Online Safety

SEGURANÇA ONLINE – CONTRATO DAS CRIANÇAS NA INTERNET

1. Eu SEMPRE falarei com os meus pais, e imediatamente!, quando não entender alguma coisa na Internet, ou algo parecer assustador ou ameaçador.

2. NUNCA darei meu nome completo, endereço, número de telefone, nome ou localização da minha escola, horário, senhas, ou quaisquer outras informações que me identifiquem quando eu estiver online. SEMPRE consultarei um adulto antes se for o caso de abrir uma exceção.

3. NUNCA terei um encontro com alguém que só conheço pela Internet. Nps casos em que eu pensar que vale a pena, vou perguntar antes aos meus pais o que eles acham e, se decidir conhecer um colega da Internet, nós nos encontrarmos em um lugar público e um dos meus pais ou tutores estará comigo.

4. NUNCA responderei a qualquer mensagem que use palavrões ou palavras que me pareçam assustadoras, ameaçadoras ou estranhas. Se receber esse tipo de mensagem, vou imprimi-la antes e mostrá-la a um adulto. Se me sentir incomodado num chat, usarei o comando ignore ou simplesmente sairei desse chat.

5. NUNCA visitarei um website que custe dinheiro nem farei compras via Internet sem antes pedir permissão aos meus pais ou professores.

6. NUNCA enviarei uma foto pela Internet ou pelo correio normal a ninguém sem a permissão dos meus pais.

7. NUNCA enviarei o número do cartão de crédito dos meus pais ou do meu sem a autorização dos meus pais.

Assinatura da criança………………………………. Data ………….

Assinaturas dos pais……………………………….. Data ………….

Fonte: Portal da Família

Saudável distanciamento afetivo

Pe. Paulo M. Ramalho

Eis a ideia para vocês refletirem ao longo da semana: “saudável distanciamento afetivo”.

No mundo em que vivemos, a proximidade com pessoas do outro sexo é bastante comum, seja ela na escola, no trabalho, no clube etc.

Em vista disso, todos aqueles que querem manter-se fiéis ao seu marido, à sua esposa, ao seu namorado, à sua namorada devem saber guardar um saudável distanciamento afetivo das pessoas de outro sexo.

O bom-senso nos diz que não podemos tratar da mesma maneira pessoas que são do mesmo sexo e pessoas de outro sexo. Todos nós sabemos que, quando a proximidade é grande, é muito fácil começar a surgir outros sentimentos.

Quantos casos surgem porque não se soube manter essa distância!

Lembro-me de um santo que dizia, baseado na prudência de muitos séculos, que era preciso ter uma relação “profissional” com pessoas de outro sexo. Com “profissional”, ele queria dizer que temos de ser educados, gentis, mas sem entrar em intimidades.

Será que tenho me comportado dessa maneira? Tenho sabido manter essa distância? Tenho sabido ser cuidadoso nos cumprimentos? Tenho sido cuidadoso com o que escrevo nos e-mails, nos SMSs, evitando palavras que podem denotar outro sentido ou que são para pessoas íntimas? Tenho procurado ser comedido ao fazer um elogio, pronunciando-o somente se for necessário, mas de modo cuidadoso?

É uma pena ver como vão surgindo casos e mais casos por aí. É como se fosse decretada a falência da família, da felicidade que se pode obter comprometendo-se apenas com uma pessoa.

É preciso dizer uma vez mais que nada pode substituir a felicidade de uma família verdadeira! Nada pode substituir a alegria de um amor comprometido integralmente, que vai crescendo à medida que se passam os anos.

É preciso redescobrir sempre a pessoa com que nos comprometemos para toda a vida! Não há dúvida de que sempre haverá decepções, que o tempo tirará a beleza física da pessoa que está ao nosso lado, no entanto, o verdadeiro amor se constrói em meio a essa realidade.  E esse é o amor que torna o ser humano feliz.

Vamos ajudar a todos a ser fiéis ao seu compromisso de amor! Vamos falar a todos que dizer que “foi uma fragilidade da minha parte” é muitas vezes sinônimo de “foi uma culpabilidade da minha parte”. Vamos quebrar esse lugar-comum que está no pensamento de muita gente de que “faz parte da personalidade masculina, ou mesmo da feminina, buscar outras experiências sexuais e afetivas”. Não, para ser feliz não é necessário “pular a cerca”, buscar novas experiências. Muito pelo contrário: a felicidade está no sentido oposto a esse pensamento. A felicidade está na FIDELIDADE!!!

Afinemos a cada dia a nossa fidelidade, o nosso amor, renovando-o continuamente, e seremos pessoas extremamente felizes. Vale a pena!

Uma santa semana a todos!

 *****************************************************************************

Pe. Paulo M. Ramalho – Sacerdote ordenado em 1993. Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP; doutor em Filosofia pela Pontificia Università della Santa Croce; Capelão do IICS (Instituto Internacional de Ciências Sociais). Atende direção espiritual na Igreja de São Gabriel, em São Paulo.

Contatos

Email (para comentários e marcar aconselhamento): clique aqui e escreva sua mensagem no site (ou falar.paulo@gmail.com)

Site: http://www.fecomvirtudes.com.br (aqui você tem acesso a todas as mensagens divulgadas e também pode inscrever-se no Grupo e receber as mensagens semanalmente).

Twitter: twitter.com/perseveranza

Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=10000179796772

%d blogueiros gostam disto: